domingo, 2 de dezembro de 2012

Apresentações de TCCs da Fatec Rubens Lara


Amanhã, 03/12/2012, começa mais uma jornada de TCCs na Logística da Fatec Rubens Lara: mais de 30 apresentações. Desde já parabéns aos que chegaram até aqui! As apresentações são abertas e as listas dos temas estarão expostas no mural da Sala dos Professores. Venham assistir e prestigiar os colegas!


ALUNO
TEMA
APRES




2ª
Ricardo Rodrigues
O TRÂNSITO EM SANTOS: DESAFIOS DO TRÁFEGO E NOVAS TECNOLOGIAS
03/12
19h
Rosangela dos Santos
A TRAVESSIA DE BALSAS ENTRE AS CIDADES DE SANTOS E GUARUJÁ
03/12
19h40
Maurílio Muniz
HISTÓRICO E EVOLUÇÃO DOS PROJETOS LIGADOS AO MODAL FERROVIÁRIO DE CARGA NA REGIÃO DA BAIXADA SANTISTA
03/12
20h20
Matheus Souza
Maiara Riesco
ÁGUA DE LASTRO: PROBLEMAS AMBIENTAIS E OPERACIONAIS
03/12
21h




3ª
Fernanda F. Ribeiro
INDICADORES DE DESEMPENHO: UM ESTUDO DE CASO NO TERMINAL PORTUÁRIO TECONDI
04/12
19h
Karine Pinheiro
EXPORTAÇÃO DE AÇÚCAR NO PORTO DE SANTOS
04/12
19h40
Carolina Santos Cabral
EXPORTA FÁCIL: FERRAMENTA DE APOIO ÀS MICRO E PEQUENAS EMPRESAS
04/12
20h20
Fábio Bragança
ITENS RELEVANTES NA ESTIMATIVA DOS CUSTOS PARA TOMADA DE DECISÃO DE CANCELAMENTOS DE ESCALAS DE PORTOS BRASILEIROS
04/12
21h





4ª
Lucas Gomes B. Abreu
ANÁLISE DA IMPORTAÇÃO NO PORTO DE SANTOS A PARTIR DA UNIFICAÇÃO DA ALÍQUOTA DO ICMS NOS ESTADOS BRASILEIROS.
05/12
19h
Jéssica Azevedo
LICENÇA DE IMPORTAÇÃO
05/12
19h40
Leandro Simas M. Santos
LOGÍSTICA DE DISTRIBUIÇÃO DA AVON
05/12
20h20
Gabriel Alves
Ricardo Faria
Renan Mingolelli
ADMINISTRAÇÃO DE RECURSOS HUMANOS: UM ESTUDO COMPARATIVO ENTRE DUAS EMPRESAS DE TECNOLOGIA. APPLE INC. E GOOGLE INC.
05/12
21h






5ª
Ana Larissa
Angélica Mascarenhas
SOJA: PROBLEMAS DO PROCESSO PRODUTIVO ATÉ A EXPORTAÇÃO NO TRAJETO MATO GROSSO - SANTOS
06/12
19h
Renata Pereira
OS ENTRAVES DA MODALIDADE RODOVIÁRIA QUE AFETAM DIRETAMENTE O DESENVOLVIMENTO DO PORTO DE SANTOS
06/12
19h40
Laís Barbosa
A IMPORTÂNCIA DOS EQUIPAMENTOS PORTUÁRIOS NA MOVIMENTAÇÃO DE CARGAS CONTÊINERIZADAS NOS PORTOS BRASILEIROS
06/12
20h20
Anderson Araújo
Priscila Figlie
Renata Passos
ALTERNATIVAS PARA MELHORIA DO TRÂNSITO DE SANTOS
06/12
21h





6ª
Tainara F. O. Alexandria
ANÁLISE DA PROBLEMÁTICA LOGÍSTICA DO LIXO URBANO COMO TEMA TRANSVERSAL PARA A DESONERAÇÃO DA CADEIA DE RECICLAGEM
07/12
19h
Natália Gonçalves
Juliana Bueno
Maria Santana
A IMPORTÂNCIA DO MINISTÉRIO DA AGRICULTURA PECUÁRIA E ABASTECIMENTO NA INSPEÇÃO DE CARGAS EM CONTAINER NO PORTO DE SANTOS
07/12
19h40
Raphael Castilho Gil
NAVIOS DE CARGA E SOCIEDADES CLASSIFICADORAS
07/12
20h20





2ª
Victória Ferreira
AS VANTAGENS DE UTILIZAÇÃO DA CARGA DE RETORNO
10/12
19h

Luiz Alvarez

O USO DA RECIRCULAÇÃO DE ÁGUAS NA INDÚSTRIA
10/12
19h40
Pietro Marques
Bianca Claro
TRANSPORTE RODOVIÁRIO DE CARGAS PERIGOSA NO SISTEMA ANCHIETA - IMIGRANTES
10/12
20h20
Gisele Garcia
RELEVÂNCIA DA EMBALAGEM NO SISTEMA LOGÍSTICO
10/12
21h




3ª
Andreia Nunes
CRUZEIROS MARÍTIMOS: NÍVEL DE SATISFAÇÃO DOS PASSAGEIROS DE CRUZEIROS MARÍTIMOS
11/12
19h
Solange Teixeira
Helena Gomes
ANÁLISE DA INFLUÊNCIA LOGÍSTICA NO E-COMMERCE
11/12
19h40
Laise Costa
A VIABILIDADE DO FUNCIONAMENTO 24H DE TERMINAIS DE CONTÊINERES VAZIOS NO PORTO DE SANTOS
11/12
20h20
Leonardo Francisco
APLICAÇÃO DA LOGÍSTICA INTEGRADA NOS CORREIOS: CASO LEVE LEITE
11/12
21h




4ª
Karine Santos
Thanara Silva
Wu BingBing
SERVIÇO DE VIGILÂNCIA AGROPECUÁRIA DO PORTO DE SANTOS: TEMPO EXCESSIVO NO PROCESSO DE LIBERAÇÃO DE CARGAS EXPORTADAS E IMPORTADAS
12/12
19h
Wagner do Nascimento
A LOGÍSTICA NO COMÉRCIO VAREJISTA NO FORMATO HARD DISCOUNT
12/12
19h40
Lucas dos Anjos
Alex Varanda
CADEIA LOGÍSTICA DOS CORREIOS
12/12
20h20
Laís Raquel Martins
SEGMENTO AERONAÚTICO: A LOGÍSTICA DOS UNIFORMES
12/12
21h



5ª
Lucas Rodrigues Eke
A LOGÍSTICA DOS AEROPORTOS DE SÃO PAULO - SP VISANDO EVENTOS ESPORTIVOS INTERNACIONAIS
13/12
19h
Felipe F. Bastos Pereira
A IMPORTÂNCIA DA LOGÍSTICA DE INFORMAÇÃO NA OTIMIZAÇÃO E DESENVOLVIMENTO DO ISPS-CODE NO PORTO DE SANTOS
13/12
19h40
Christian Monteiro
COMÉRCIO ELETRÔNICO
13/12
20h20

CO-PROCESSAMENTO DE RESÍDUOS INDUSTRIAIS NAS EMPRESAS CIMENTEIRAS


CO-PROCESSAMENTO DE RESÍDUOS INDUSTRIAIS NAS EMPRESAS CIMENTEIRAS


Autor: EDGAR BATTISTIN ULIANA



Orientador: Prof. Msc. Thames Richard Silva




Representando uma grande questão logística, a destinação de resíduos industriais é, em um cenário em que se visa o desenvolvimento sustentável e a preocupação com causas ambientais, um sério problema para o qual as empresas investem em estudos e alternativas de operação. Em um mundo onde os recursos naturais e as instalações de disposição final de resíduos são finitos, a recuperação de produtos e materiais usados é a chave para suportar o crescimento da população e os incrementos nos níveis de consumo. A inevitável geração de resíduos industriais das mais diversas espécies deve receber uma atenção especial de modo a minimizar os possíveis impactos ambientais, portanto um planejamento logístico deve ser aplicado a este cenário com a mesma veemência em que é aplicado a qualquer outro tipo de atividade. Devem-se ser consideradas as opções mais operacionalmente viáveis e que representem algum tipo de diferencial positivo para as empresas envolvidas no processo de logística reversa que retorna materiais e resíduos para o produtor, ou o destina para terceiros.

Caminhão coletor da empresa Bruca Ville.

A logística reversa faz seu papel como elo entre o término de um processo e início de outro, sendo assim um dispositivo para o desenvolvimento de um esquema de Supply Chain Management que proporciona um custo acessível de operação e resultados satisfatórios para a fonte dos resíduos, que vê seu problema sendo resolvido de maneira ecologicamente segura e para as empresas do ramo de cimento, que se diferenciam pela “produção limpa” com o desenvolvimento desta operação que pode ser considerada inclusive uma inovação tecnológica. A logística reversa é o processo de planejar, implementar e controlar a eficiência, custo e fluxo de matéria prima, material processado e mercadoria finalizada, assim como resíduos, do ponto de destino de volta ao ponto de origem ou a um terceiro destino, realizando o controle de informações e tendo como propósito a recuperação de valores agregados e a disponibilidade do material.
Atitudes mais expressivas têm surgido em empresas de vanguarda, muitas delas líderes em seu segmento de atuação. Utilização de papéis reciclados, separação de lixo por categorias de materiais e apoio a programas de preservação ambiental junto às ONG’s do setor entre outras, são atitudes relativamente comuns entre essas empresas. A existência de normas de padrões internacionais, entre eles a ISO 14001 (Anexo V), são passos mais efetivos no que diz respeito à preservação ambiental por parte das empresas. Muitas delas utilizam indicadores de desempenho de preservação ambiental, como forma de sensibilização junto aos seus stakeholders (acionistas, governos, sociedade, colaboradores), e principalmente seus mercados consumidores.
A partir dos dados e informações do estudo apresentado pode-se concluir que o co-processamento de resíduos industriais em fornos de clínquer é uma das opções de fonte alternativa que melhor atende um grande segmento do mercado, as indústrias fabricantes de cimento. A logística e logística reversa aplicadas no intuito de aperfeiçoar o planejamento de movimentação, custos envolvidos e disposição do material tem sido grande argumento para o início de uma atividade que tende a ser a nova cultura na destinação de resíduos industriais, o co-processamento, atividade que melhora a imagem da empresa junto à comunidade pelos seus benefícios na sustentação do meio-ambiente e aprimora os conceitos de economia e controle de valores.

Grupo Dragão





Adolpho Moreira
Adriana Pereira
Alan Gatti
Anderson Floriano
Bruna Freire
Fotis Dionysios
Marisol de Andrade
Vinícius Dias da Cunha

O USO DA ÁGUA NA CADEIA DE SUPRIMENTOS: REÚSO E PARÂMETROS DE MEDICÃO


  O USO DA ÁGUA NA CADEIA DE SUPRIMENTOS: REÚSO E PARÂMETROS DE MEDICÃO Autor: ALEXANDRE COELHO DA SILVA D’AVILA Orientador: Professor Gisele Esteves Prado Co-Orientador: Professor MSc Álvaro Camargo Prado

 
 

O USO DA ÁGUA NA CADEIA DE SUPRIMENTOS:

REÚSO E PARÂMETROS DE MEDICÃO

 

 

Autor: ALEXANDRE COELHO DA SILVA D’AVILA

 

Orientador: Professor Gisele Esteves Prado

Co-Orientador: Professor MSc Álvaro Camargo Prado

 


O trabalho apresentado mostra a importância da água para a humanidade influenciando e afetando diversos segmentos da sociedade tanto social, econômico, político e ambiental. Sem falar na saúde dos seres humanos e dos animais que dependem dela para sobreviver.

A água antes era vista como um recurso infinito assim como diversos outros recursos naturais como o petróleo e minérios, mas sabe-se hoje em dia que estes recursos são finitos e cedo ou tarde se esgotarão se não forem utilizados com sabedoria.

O planeta Terra possui mais da metade de sua superfície ocupada por água, mas a água disponível in natura para beber existe em quantidades muito menores na natureza. Assim, a crescente produção industrial e o crescimento da população não somente gera uma grande demanda por este recurso, mas também gera muitos efluentes que se não tratados e lançados na natureza causam danos que podem ser irreversíveis ou que levam muito tempo para remediar.

O objetivo deste trabalho é mostrar o cenário do uso da água e diversos parâmetros já criados para medir seu consumo e o impacto gerado o que influência na cadeia de suprimentos deste recurso finito e tão precioso para a vida humana.

O Brasil é um país com recursos hídricos em abundância, porém eles se concentram em regiões menos populosas e povoadas como a região Norte. Pelo gráfico abaixo, percebe-se que a região norte onde se concentra a floresta Amazônica é a região com quase 70% dos recursos hídricos totais do país, sendo que a região sudeste, a mais desenvolvida economicamente, somente perde para a região nordeste que é a mais escassa.

A água era importante desde a época do descobrimento do Brasil, onde instrumentos como o Monjolo, que servia para triturar grãos usando água, e a roda d’água que era usada em moinhos. Utilizado para socar milho, arroz, café e amendoim, o monjolo tem seu uso no país desde a época colonial podendo ser encontrado em algumas regiões com disponibilidade de quedas d’água, com boa incidência em São Paulo e Espírito Santo.

À medida que uma disponibilidade hídrica de uma região vai diminuindo em relação à demanda, a probabilidade de estresse ambiental e de conflitos entre diversos usuários aumenta. A alteração da relação entre disponibilidade hídrica e demanda ocorre por duas razões, uma por fenômenos naturais associados às condições climáticas de cada região e o crescimento da população pelo aumento da demanda ou da poluição.

Para começar a reduzir os conflitos pelo uso da água no Brasil, é necessário quebrar a ideia de que o Brasil é um país abundante em recursos hídricos e que a água é um recurso limitado que depende de processos naturais para sua purificação e que estes são lentos comparados à poluição e o consumo.

Para cada uso, a água deve apresentar características físicas, químicas e biológicas para garantir a segurança dos usuários e a qualidade do produto final o qual ela compõe. Muitas vezes, ela é utilizada para atender necessidades de duas ou mais categorias e este uso múltiplo da água pode muitas vezes gerar conflitos entre diversos segmentos da sociedade.

Para a geração de energia, a água é utilizada usando a energia cinética, potencial ou térmica acumulada para transformar em energia elétrica. Nas hidrelétricas, se utiliza a energia potencial e cinética da água para girar as turbinas que gerarão energia elétrica. A partir da energia térmica gera-se a energia mecânica ou elétrica. O aquecimento da água, feito por queima de combustíveis fósseis ou biomassa, gera vapor a alta pressão que movimenta turbinas, além disso, este vapor pode ser utilizado em processos industriais.

Sem sobra de dúvidas, a agricultura tem a maior demanda de todos os setores. Dados de 1996 mostram que o Brasil possui uma superfície cultivada de cerca de 55 milhões de hectares, não considerando as pastagens naturais. Com certeza estes dados mudaram, já que o crescimento do desmatamento se dá para a criação de pastos ou áreas cultiváveis.

Devido a importância da água para o desenvolvimento das atividades humanas, foi indispensável a criação de normas que disciplinassem a utilização dos recursos hídricos pelos diversos segmentos da sociedade, principalmente pelas indústrias, companhias de saneamento e produtores rurais. As normas ajudam a controlar e comandar a garantia dos padrões de qualidade para os recursos hídricos através de órgãos federais e estaduais. No Brasil, existem normas tanto na esfera federal como na estadual que estabelecem padrões para o lançamento de efluentes e classificam os recursos hídricos de todo o território nacional de acordo com as características físicas, químicas e biológicas e com o uso a que se destinam. Por influência da criação de uma lei em 1991 no estado de São Paulo, foi aprovada a política nacional de Gerenciamento dos Recursos hídricos, política federal que trata de procedimentos para implantação de sistemas integrados de gerenciamento dos recursos hídricos.
 
 
Grupo Onça
Integrantes: Adilson Vicente Antolin e Sergio Miranda
 

sábado, 1 de dezembro de 2012

SISCOMEX CARGA E SISTEMA MERCANTE: Importação Marítima - Vol. 2

SISCOMEX CARGA E SISTEMA MERCANTE 



Importação Marítima 

Volume 2 




TCC elaborado por: TATIANE SANTOS MENDONÇA


Orientador: Professor Dr. Hamilton Pozo
Co-Orientadora: Gisele Esteves Prado
Ano 2009

O Siscomex nada mais é que um sistema informatizado que interliga exportadores, importadores, despachantes aduaneiros, comissários, transportadores seu principal objetivo é permitir o processo do registro de operações de importação e exportação. 

O SISCOMEX foi implantado em 1993 para agilizar e desburocratizar as operações de exportação. As entidades interessadas em exportar necessitam de uma senha para operar o Siscomex, para o registro de suas operações, ou para autorizar bancos, corretoras de câmbio e despachantes aduaneiros, que disponham de senha, a efetuar registros no SISCOMEX e com isso ele tornou-se responsável por 90% das operações de comércio exterior no mundo.

Desta forma podemos citar uma divisão:

SISCOMEX CARGA com os objetivos de:

  • Controlar a viagem de embarcação no País, da primeira atracação até a última desatracação. 
  • Controlar a carga aquaviária.
  • Possibilitar a análise da carga através da consulta aos dados informatizados ou, se for o caso, da interrupção do fluxo da carga, mediante bloqueios. 
  • Melhorar o controle do trânsito aduaneiro de cabotagem, substituindo o controle via Manifesto de Carga de cabotagem (MCC) (IN SRF 44/94, revogada pela IN RFB 800/07) pelo controle informatizado no sistema carga. 
  • Simplificar a autorização de transbordo ou baldeação internacional, substituindo o atual controle via DTI (IN SRF nº 248/02) pela manifestação da carga no sistema. 
  • Agilizar as autorizações decorrentes do termo de entrada e do passe de saída de que tratam os art.31 e 53, do Regulamento Aduaneiro (Decreto 4543/02), substituindo a emissão desses documentos em papel pela autorização no SISCOMEX CARGA. 

SISTEMA MERCANTE 

Procedimento informatizado de controle, pelo DEFMM, das ocorrências do fato gerado do Adicional ao Frete para renovação da Marinha Mercante (AFRMM) e do seu respectivo pagamento ou reconhecimento do benefício de suspensão, isenção ou não incidência, mediante a informação de evento AFRMM no sistema.

Como se tratam de sistemas que mexem com economia de um país, sofre constantemente intervenções, sejam relacionadas à legislação, às práticas aduaneiras, e principalmente do setor público: regulamentação específica, exigências de autorizações, normas alfandegárias, tributárias; entre outros fatores impostos aos agentes que operam no mercado, desta forma podemos destacar alguns dados na tabela a seguir:

Agora poderemos ver alguns exemplos das telas de operações dos sistemas informatizados: 






Esta é a primeira tela de acesso ao Mercante, nela será informado se o usuário tem acesso cadastrado ou se o acesso será público, limitando as funções do sistema. 





Como segue na tela, a consulta é feita através da informação do CNPJ do agente desconsolidador, sendo possível assim visualizar todos os CEs (Conhecimento Eletrônico) consignados a este CNPJ.


Esta é a tela dos dados básicos lançada pelo Armador, nela podem ser consultadas todas as informações do consolidado referente. 

Diversos processos são realizados através desse sistema, entretanto podemos dizer que o Brasil é um dos únicos países que procuram ter uma grande atenção com o rigor das informações prestadas no sistema, devido às diversas burocratizações impostas pelo setor público, o que acaba ocasionando maiores barreiras ao comércio internacional. Antes da implantação do Sistema Mercante e do SISCOMEX Carga, eram utilizados métodos retrógrados que despendiam muito tempo, além do rigor com as informações prestadas pelos agentes, que não sofriam extrema apuração.

Grupo Cachorro





Bruno, Eduardo, Juliana, Lohrana, Rayssa e Yasmin.

quinta-feira, 29 de novembro de 2012

OPERADOR DE TRANSPORTE MULTIMODAL E SUAS VANTAGENS COMPETITIVAS – VOLUME 2


OPERADOR DE TRANSPORTE MULTIMODAL E SUAS VANTAGENS COMPETITIVAS – VOLUME 2

TCC Elaborado Por:
Josué Etelvino dos Santos Neto

Orientador:
Professor Thames Richard da Silva

SANTOS – SP
2009



A competitividade logística no Brasil vem melhorando com o desenvolvimento do comércio exterior.

Os agentes envolvidos no transporte nacional buscam parcerias logísticas para garantir que os produtos brasileiros concorram no mercado internacional.

O desenvolvimento da intermodalidade causou uma revolução no transporte, podendo usar dois ou mais modais para chegar ao seu destino final.

- Modais de Transporte

Os modais de transporte podem ser: aéreo, rodoviário, ferroviário, dutoviário e aquaviário.

- Aéreo: modal mais veloz. É mais suscetível a consistência, pois sofre com questões climáticas e de segurança. Trabalha com produtos seguros, desde que sejam pequenos ou médios volumes;

- Rodoviário e Ferroviário: a questão da velocidade depende das condições da via e congestionamento;

- Marítimo: é imbatível, pois não possui nenhuma restrição a qualquer tipo de produto além de poder transportar centenas de milhares de toneladas;

- Dutoviário: Só trabalha com líquidos, gases e grãos;

- Aquaviário: depende muito das instalações portuárias, terminais e sinalização para se tornar disponível.

- Hidrovias
As principais hidrovias do Brasil são: Hidrovia do Madeira, Hidrovia do São Francisco, hidrovia Tocantins-Araguaia, hidrovia Paraná-Tietê, Hidrovia Paraguai-Paraná.

Transporte Hidroviário na Região Nordeste

- Região hidrográfica do atlântico nordeste ocidental:
Os produtos transportados são de subsistência e desfrutam de grande potencial. A navegação é facilitada pela amplitude da maré, as embarcações são regionais e o abastecimento de produtos serve o mercado de São Luís (MA) e cidades ribeirinhas.

- Região hidrográfica do Parnaíba:
Possui potencial para o escoamento de grãos, por causa de sua localização e área de influência, porém tem a necessidade de melhora na sua infraestrutura.

- Região hidrográfica do São Francisco:
O rio sofreu bastante pela intensa atividade agrícola e mineradora e o desmatamento da mata ciliar das margens e nascentes e por isso são muitos os problemas com assoreamento e desbarrancamentos de margens.

- Marítimo

- Suape:
O porto de Suape (PE) foi inicialmente previsto para operar produtos combustíveis e cereais a granel, em substituição ao porto de Recife.

Entre os equipamentos portuários existentes têm-se 10 braços mecânicos para embarque e desembarque de granéis líquidos, com capacidade de 1.000m³/h. Esta operação é realizada pela Petrobrás.

- Ferrovias

Atualmente o nordeste é atendido por duas concessionárias de transporte ferroviários sendo: FCA – Ferrovia Centro Atlântica e a Transnordestina, antiga CFN – Companhia Ferroviária do Nordeste.

     Transnordestina:

A empresa possui 93 locomotivas e 1291 vagões, e abrange sete estados do Nordeste.

Alguns dos produtos transportados são: alumínio, vergalhões, sucata, cimento, areia, resinas, polietileno, amido de milho, açúcar, álcool, diesel, gasolina, mármore, entre outros. 

- Rodoviário

A industrialização era impulsionada pelas estradas, que por sua vez impulsionava o rodoviarismo.  Em 1937 foi construída a Régis Bittencourt, sendo esta a primeira grande estrada do Brasil.

O Brasil investiu na construção de rodovias no período da Segunda Guerra Mundial, pois passou a importar mais automóveis e caminhões.

Intermodalidade

O transporte intermodal é aquele em que uma carga utiliza mais de um modal de transporte para ser enviada de sua origem ao seu destino.

A vantagem competitiva surge fundamentalmente do valor que uma determinada empresa consegue criar para os seus clientes e que ultrapassa os custos de produção.

Existem dois tipos básicos: a liderança no custo e a diferenciação.

Na liderança de custos a empresa procura se tornar o produtor com mais baixos custos no seu setor de atividade.

A diferenciação corresponde a uma empresa que procura ser única no seu setor de atividade nas dimensões mais valorizadas pelos consumidores.

OTM

O Operador de Transporte Multimodal (OTM) é a pessoa jurídica contratada como principal para a realização do Transporte Multimodal de Cargas, por meios próprios ou por intermédio de terceiros, ou seja, ele poderá ser, ou não, transportador.

Além do transporte, o OTM inclui serviços de coleta, movimentação, armazenagem, fumigação, despacho, entre outros.

O OTM vem facilitar a integração do produtor com o mercado consumidor, e para que isso ocorra é obrigatória uma boa infraestrutura nos transportes para que ele case a conjunção de modais que não onere tanto a mercadoria.


Grupo Albatroz


Anna, Christopher, Danilo, Diego, Nyckolas e Paloma




quarta-feira, 28 de novembro de 2012

MERCADO LIVRE: RELAÇÃO COM O CLIENTE


 

 MERCADO LIVRE: RELAÇÃO COM O CLIENTE
Autora:  JULIANA RODRIGUES GONZALEZ TELLAROLI
Orientador : Prof. MsC. Álvaro Camargo Prado

 
 
 

MERCADO LIVRE: RELAÇÃO COM O CLIENTE


 
Autora:  JULIANA RODRIGUES GONZALEZ TELLAROLI

 
 
Orientador : Prof. MsC. Álvaro Camargo Prado

 
 

 

        O Mercado Livre, no âmbito da economia de mercado, é um princípio capitalista pelo qual qualquer agente econômico é livre para praticar formas de troca mercadológica seguindo os princípios da livre concorrência, oferta e procura num mercado. Um comerciante pode oferecer melhores preços que outro visando atrair o consumidor e adquirir uma clientela.
        Esse princípio favorece o cliente, que pode escolher a melhor oferta, e tem a sua disposição comerciantes interessados em seu poder de compra. É o oposto do monopólio comercial, muito comumente praticado durante a fase do mercantilismo, em meados do século XV.

        O Mercado Livre disponibiliza uma das maiores plataformas de pagamentos pela Internet do mercado Latino Americano, o Mercado Pago, que possibilita o pagamento e recebimento pelos usuários de forma fácil, rápida e principalmente segura. O Mercado Pago existe há seis anos na America Latina é uma tecnologia muito segura desenvolvida por uma equipe de especialistas em finanças, tecnologia e segurança da informação.
        A loja virtual está presente em seis países: Argentina, Brasil, Chile, Colômbia, México e Venezuela. Em 2010 foram realizadas 6,7 milhões de transações, movimentando um volume superior a US$ 698 milhões. No primeiro trimestre de 2011, foram realizadas pelo Mercado Pago, 2,6 milhões de transações, o que movimentou cerca de 245,2 milhões dólares. Para atingir seus objetivos desde sua fundação, o Mercado Livre visualizou a importância da busca por parceiros, a fim de fortalecer o negócio e melhorar seus fluxos de informação no SCM (Supply Chain Management).

       Podemos citar algumas das parcerias realizadas em 2011, como a parceria com cooperativa Avemare (Cooperativa de Trabalho de Catadores de Materiais Recicláveis da Vila Esperança) de Santana no Parnaíba, em 27 junho 2011. Essa parceria surgiu, pois o Mercado livre inaugurou em fevereiro, daquele ano, um escritório em Alphaville.  Ela beneficiará mais de 80 cooperados. Estes receberam orientação da separação de materiais descartados, além de campanhas de conscientização de preservação do ambiente.
 
      O Mercado Livre poderá impedir a publicação de uma fotografia ou de um produto se interpretar, desde que a imagem não respeite os presentes Termos e Condições. As imagens e fotografias dos produtos anunciados na modalidade Diamante e Ouro deverão cumprir com alguns requisitos adicionais como condição para serem expostos na página principal dos sites.

       Também está proibida a venda de CDs que contenham música em formato MP3, quando a mesma não está expressamente autorizada pelo artista ou gravadora proprietária dos direitos autorais, ou infrinja alguma legislação. Também não podem ser cadastrados produtos que violem leis de restrição à pirataria de informática, de proteção de software, direitos do autor, patentes, marcas, modelos e desenhos industriais, nem software para OEM (entende-se como software para OEM, a versão especial do software pré-instalada no disco rígido de computadores pessoais no momento da fabricação, ou quando este for agrupado ao hardware do computador), NFR, cópias e/ou arquivos de backup, licença, programas acadêmicos e/ou desenvolvidos para alguma entidade educacional, ou segredos industriais, ou produtos que exijam do Usuário vendedor direito de venda, ou que somente podem ser vendidos com participação ou autorização de terceiros, e bens embargados ou afetados por alguma restrição de qualquer espécie quanto ao seu uso, exploração ou transferência de domínio ou posse. Fica proibida, ainda, a venda de aparelhos ativos, eletroestimuladores, para utilização em educação física, embelezamento e correção estética, que não estejam devidamente registrados perante a Agência Nacional de Vigilância Sanitária.

      O Mercado Livre desenvolveu um Programa (adiante nominado PPPI) destinado a assegurar que os produtos anunciados não firam direitos de propriedade intelectual e industrial ou qualquer sorte de direitos de terceiros. Os membros do PPPI ou os titulares dos direitos infringidos poderão solicitar a remoção daqueles produtos que entendam violar seus direitos. Suspeitando o MercadoLivre que tenha sido cometida alguma atividade ilícita ou que infrinja as normas aqui mencionados, alguns dados dos Usuários infratores poderão ser encaminhados aos membros do PPPI, conforme descrito no item Privacidade da Informação.
     Ao anunciar um produto, o Usuário deve estar de acordo com a Aceitação da Plataforma Mercado Pago, que permite o gerenciamento e a efetivação de pagamentos, pelos Usuários compradores, por diversos meios, tais como cartão de crédito, boleto bancário, transferência bancária online ou envio de dinheiro disponível em conta gráfica, considerando todas as regras e limitações do referido serviço, que podem ser verificados nos Termos e Condições Gerais de uso. Para tanto, o usuário declara ter lido, compreendido e aceitado os Termos e Condições de uso do Mercado Pago.

 
          
                                                    
                                                                   Grupo Onça   

                           Integrantes: Adilson Vicente Antolin e Sergio Miranda                              

 


ESTOQUE E DESABASTECIMENTO DE MEDICAMENTOS EM UNIDADE DE SAÚDE DA FAMÍLIA


ESTOQUE E DESABASTECIMENTO DE MEDICAMENTOS EM UNIDADE DE SAÚDE DA FAMÍLIA
TCC Elaborado Por:
ALESSANDRA RODRIGUES DOS SANTOS
RENATA PASETTI FIGA
 
Orientador: Profº MSc. Mario Nogueira Neto
 
Santos – SP
2010
 
O medicamento é um dos insumos mais caros da administração de estoque. Devido ao seu alto valor, necessita de maior atenção, no que diz respeito a sua aquisição, armazenamento, dispensação e controle. Por isso que a administração de estoque de medicamentos deve ser sempre um motivo de preocupação de qualquer instituição. Sabe-se que a saúde pública tem muitas limitações e a logística como forma de otimizar os processos de gestão pública vem colaborar para essa área.
O desabastecimento de medicamentos contribui para que a cadeia de abastecimento se torne muito complexa. A relação entre sazonalidade e os medicamentos faltantes, além de fatores como fornecedores, surtos e epidemia, influenciam na gestão do estoque. As unidades de saúde devem estar preparadas para atender a demanda, pois não é possível prever situações de desabastecimento, sendo que a falta desses medicamentos interfere no tratamento dos pacientes atendidos, prejudicando a saúde pública.
Existem vários motivos que caracterizam a falta de medicamentos, como a falta de investimento no setor de materiais, ocorrências de corrupção e clientelismo, baixa qualidade no serviço prestado, inexistência de processos coordenados para o fluxo de materiais, departamento de compras operando sem políticas definidas e falta de recursos financeiros, com isso observa-se que administrar os materiais não significa apenas controlar o estoque.
A Cadeia de abastecimento do setor farmacêutico é complexa, envolvendo laboratórios nacionais e transnacionais, fornecedores de insumos farmacêuticos, distribuidores, farmácias e o mercado institucional. Essa complexidade é representada na figura a seguir:
A quantidade de medicamentos e os problemas relativos à segurança e qualidade dos mesmos contribuem para aumentar a complexidade da cadeia, portanto para garantir a eficácia das operações, é importante a visão integrada da cadeia de abastecimento envolvendo os responsáveis pela logística.
Os aumentos inesperados da demanda, assim como as interrupções na fabricação ou alterações na linha de produção de um medicamento podem causar o desabastecimento dos mesmos, gerando adiamento de procedimentos ou até mesmo cancelamento que pode ocasionar um aumento nas patologias. Com esse desabastecimento o setor produtivo tende a aumentar seus preços, devido à falta do concorrente no mercado.
As unidades de saúde devem estar preparadas para enfrentar situações de desabastecimento, tomando medidas internas e definidas previamente, como por exemplo: avaliar a situação e o impacto do desabastecimento na unidade (examinando causas, tempo de reposição e disponibilidade interna e externa do medicamento), após a avaliação devem identificar alternativas terapêuticas ou farmacêuticas para o medicamento em falta, adaptação com outros hospitais, seleção de pacientes, identificação de fornecedores alternativos e principalmente monitorar constantemente os medicamentos em estoque, buscando um equilíbrio entre a prevenção de gastos elevados devido à crise de abastecimento e acúmulo de estoque antecipados para enfrentamento da mesma.
             

Essas ações servem para evitar futuros transtornos para a organização, pois a vigilância sanitária deve identificar se o desabastecimento do medicamento é uma decisão administrativa de interrupção de produção, um recall voluntário ou uma inadequação à legislação sanitária, intervindo assim de maneira efetiva. Os casos de desabastecimento devem ser comunicados aos órgãos governamentais pelos hospitais e serviços de saúde.
                                   
 
Grupo Tatu
 
Integrantes
 
Andre Acsonov / Eduardo Nardi / Marcus Vinicius