terça-feira, 23 de outubro de 2012

Logística Reversa-Volume 2- Uma visão sistemática do uso de embalagens.


LOGÍSTICA REVERSA –VOLUME 2 – UMA VISÃO SISTEMÁTICA DO USO DE EMBALAGENS.
TCC ELABORADO POR: NOELLE NASTRI E SILVA.
Orientador: Prof.Msc. Thames Richard Silva.
2010
A postagem que segue comenta um TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO voltado para a preocupação da logística para com o meio ambiente, já que durante algum tempo a logística era conhecida apenas por suas técnicas de otimização da cadeia de suprimentos. Este trabalho visa mostrar a logística reversa tomando seu espaço dentro das organizações, e sendo essencial para a sobrevivência das empresas. Esse trabalho faz uma breve introdução sobre logística e seus conceitos gerais, SUPPLY CHAIN MANAGEMENT (Gerenciamento da Cadeia de Suprimentos), Transportes, Armazenagem e Movimentação. Abrange também a união de interesses, Econômicos, com a preservação do meio ambiente.E o surgimento da logística reversa .
 
CONCEITO SOBRE EMBALAGENS, importância das mesmas na diminuição de perdas de produtos primários, quanto na preservação da vida do homem moderno. O trabalho conta a história destas embalagens desde o surgimento a 10.000 anos, como simples recipientes para beber ou estocar, onde  eram utilizados cascas de coco e conchas do mar. Essa história passa pela embalagens de madeira, fibras naturais, vidros, latas de estanho e aço, latas de alumínio e plástico. Fazendo também combinação de algumas delas. Visualiza que para cada produto existe uma matéria prima adequada para sua embalagem, e qual tem menor impacto para com o meio ambiente.
Estudo de caso foi feito em uma empresa situada no vale do Paraíba  a FORD TAUBATÉ que é responsável por peças do sistema de suspensão  dos veículos FORD. Esta empresa utiliza o sistema MILK RUN implantado pela montadora para reutilização das embalagens de seus materiais, focando tantos seus Fornecedores como a fabrica para quem ela fornece as peças prontas. O fluxograma deste processo esta detalhadamente esplicado neste trabalho, mostrando todo o desembaraço de chegada  e saída dos materiais e das embalagens que retornam do para serem reutilizada.
No estudo de caso a empresa FORD utiliza como metodologia de trabalho a filosofia dos 6 SIGMAS. O TCC aborda a definição e os conceitos desta metodologia em todos os aspectos, explicando um a um. Também viabiliza o que será necessário para a implantação do mesmo.
Antes da implantação foram identificados vários custos com perdas de produção , custo com movimentação em excesso e transportes extras. Após a implantação dos 6 SIGMAS já foram notados melhorias visíveis , que estão mencionadas no trabalho junto com todo o processo de implantação do sistema.
  Grupo Jaguar.
  
INTEGRANTES:Felipe Barbosa, Felippe Leoni, Giorgiane, Guilherme Mendes, Guilherme Pelegrino, Ivens.

segunda-feira, 22 de outubro de 2012

PORTO & RODOVIA - A Importância do Sistema Anchieta-Imigrantes

                    

PORTO & RODOVIA
A Importância do Sistema Anchieta-Imigrantes



TCC elaborado por Flavio Santos Menezes 
Orientador Prof° MSc. Mário de Souza Nogueira Neto 
2009 


O Sistema Anchieta-Imigrantes (SAI), ligação entre a região metropolitana de São Paulo e o Porto de Santos - o maior da América Latina -, o Pólo Petroquímico de Cubatão, as indústrias do ABCD e a Baixada Santista. Com 176,8 km de extensão e movimento anual superior a 30 milhões de veículos pedagiados, é de vital importância para a economia brasileira, pois atende ao mais importante corredor de exportação da América Latina, além de área turística na Baixada Santista.




Congestionamento na Anchieta - Imigrantes: 40% do PIB trafega pelo sistema.
Fonte: Historias e Lendas de Santos. 

Rodovia Caminho do Mar (Estrada Velha de Santos) 


Depois de séculos de utilização (e posteriormente décadas de abandono), o nascimento e fortalecimento do automobilismo no mundo forçaram os governantes da época a focar o velho caminho do mar.


A principio, apesar do apelo desenvolvimentista que reinava na época, o espírito da estrada era sem duvida turístico, sendo que posteriormente foi até tema de musicas que relatavam “as curvas da estrada de Santos”.


Um dos motivos era a rapidez em que se chegava até as praias do litoral paulistano, pois o percurso de São Paulo a Santos poderia ser feito com segurança em menos de trinta minutos com velocidade média de sessenta quilômetros. No passeio ecoturístico que a estrada oferece hoje, o percurso é feito em vinte minutos de microônibus no trecho que vai desde o Cruzeiro Quinhentista até o Pouso de Paranapiacaba.


Contudo, a partir do pleno funcionamento da Rodovia Anchieta e suas condições extremamente favoráveis a partir do final da década de quarenta, a Estada Velha passou a ser gradativamente abandonada tanto que, posteriormente o tráfego de ônibus e caminhões foi expressamente proibidos, sendo mais utilizada por usuários que tinham a intenção de evitar o pagamento do pedágio.


Estrada Velha de Santos hoje: apenas manutenção 



Após deslizamentos de terra provocados pelas chuvas a estrada foi interditada e hoje funciona como Polo Ecoturístico Caminhos do Mar, que é composta pela Rodovia Caminho do mar e um trecho preservado da Calçada do Lorena. 


Rodovia Anchieta





A partir daqui podemos dizer que começa a fase moderna no transporte de cargas e pessoas entre o planalto e o litoral. Apos séculos de viagem, o aperfeiçoamento havia chegado com a construção da Via Anchieta, transformando-as em um dos principais corredores da importação e exportação do mundo. Pois, além de ligar a potencia da capital até o principal porto da América Latina, a via atravessa o complexo industrial cubatense e a fértil região do ABC.


A construção da rodovia foi autorizada em 1929 pelo então presidente Júlio Prestes, teve sua obra iniciada em 1939 e concluída em 1949. A rodovia foi considerada uma obra prima da engenharia brasileira da época, dada sua arrojada transposição da Serra do Mar.
A Curva da Onça (ou Curva da Morte) no km 43 é trecho mais perigoso da rodovia, famoso por ser palco de inúmeros acidentes ocorridos na estrada. 
Com a criação da Dersa (Desenvolvimento Rodoviário S.A.), a Anchieta passou a ser administrado pela nova companhia e em 1972, o primeiro pedágio passou a funcionar em São Bernardo do Campo, além da elaboração de alguns projetos para melhoria da rodovia, mais voltados para manutenção. 
Do trecho urbano em São Paulo, mas precisamente a partir das Juntas Provisórias, até a rua Martins Fontes em Santos, a pista percorre setenta e dois quilômetros. Porém, obstáculos naturais não são evitáveis como a grande neblina que freqüentemente assola as condições de visibilidade da pista, necessitando assim, ativar a Operação Comboio, em que toda a frota é obrigada a seguir viaturas da Ecovias e Policia Rodoviária Federal. 


A Rodovia atravessa os municípios de...


 São Paulo

 São Bernardo do Campo

 Cubatão

 Santos


Fonte: Ecovias 


Parte importante do Sistema SAI, podemos dizer que a Rodovia Anchieta é a responsável por “carregar o peso nas costas”. Passados sessenta anos de sua inauguração, é através dela que passam todos os caminhões que trafegam pelo sistema, já que a circulação sentido Santos é proibida pela Rodovia dos Imigrantes.


Rodovia dos Imigrantes

 

Fonte: Ecovias 


A saturação foi o motivo principal que levou a construção de uma nova via de acesso ligando o planalto à baixada santista. Após 20 anos de utilização, a Via Anchieta já demonstrava seus primeiros sinais de cansaço, já que em épocas de pico se tornavam intrafegável, impossibilitando o escoamento razoável das cargas, travando a economia do Estado.


Com a criação da Dersa em 1969, que teria uma das funções iniciais construir e administrar a nova rodovia, as obras foram iniciadas instantaneamente, tendo cinco anos depois, a entrega do primeiro setor em 23/01/74, nesse trecho haveria a junção com a Via Anchieta. A construção teve início em 1974 e inaugurada em 1976, sendo considerada um projeto revolucionário.

A rodovia dos Imigrantes tem pouco mais de 70 km de extensão, possui 44 viadutos, 7 pontes e 14 túneis. Possui um tráfego intenso de veículos, sobretudo no verão e nos feriados.




Em 2002 foi inaugurada a pista descendente da Imigrantes com a finalidade de reduzir o congestionamento em direção ao litoral sul de São Paulo.

Outra presença marcante é a existência de grandes pilares que servem como base de sustentação em algumas partes da pista, onde existem trechos que atingem até 100m de altura. Já no setor de dezesseis quilômetros que corta a serra, sua formação básica é de viadutos e túneis.
A idéia que se tem é que a pista flutua na Serra do Mar. 

Entretanto, tudo isso tem um preço: é o pedágio mais caro do Estado de São Paulo, pagando-se o valor de R$ 21,20 (desde 01/07/2012).






Arthur Naka, Felipe Dias, Gislaine Assunção, Márcio Pereira, Oswaldo Chaves e Sarah Borges 


domingo, 21 de outubro de 2012

PROPOSTA DE INTEGRAÇÃO DA REGIÃO METROPOLITANA DA BAIXADA SANTISTA POR MEIO DE TRANSPORTE HIDROVIÁRIO



PROPOSTA DE INTEGRAÇÃO DA REGIÃO METROPOLITANA DA BAIXADA SANTISTA POR MEIO DE TRANSPORTE HIDROVIÁRIO


Orientador
Professor MSc Álvaro Camargo Prado


ANDRÉ LUÍS TEODORO
2009



Através deste trabalho que vai além de um simples trabalho acadêmico o autor traz uma interessante proposta de integração da Baixada Santista por meio de transporte hidroviário. Ao observar as condições geográficas da região, ficou perceptível que vários fatores favorecem este tipo de modal para a região, por se tratar de uma região formada por ilhas, por vários cursos d`agua havendo assim acesso a quase todas as áreas mais importantes, sem que haja um investimento em vias pois já estão prontas. Desta forma a necessidade de investimento será feito apenas em terminais e atracadouros. A principal ligação aquaviária da Baixada Santista é representada pelo sistema Santos-Guarujá-Vicente de Carvalho. Este sistema é responsável pela movimentação de 57 mil passageiros/dia, sendo que a ligação Santos-Guarujá é realizada por ferry-boat.

 
O transporte Urbano na região vem cada dia mais agravando sua situação em função do aumento da frota automobilística e da insuficiência das ruas e avenidas para suportar a demanda. Os congestionamentos já são um problema crônico observado nas principais vias urbanas da região. O desperdício de tempo e combustível eleva o custo para os usuários. O elevado número de acidentes e a redução da produtividade nas empresas são conseqüências da ineficiência do transporte público na região. Além disso, falta também infra-estrutura nas cidades para suportar veículos: falta de estacionamentos e espaço físico para circulação de veículos nos principais centros urbanos, além do aumento da poluição ambiental. O projeto visa não só melhorar o transporte de passageiros em toda a região, pois com a utilização de hidrovias estará ajudando a desafogar o sistema rodoviário da região que cada dia mais vem sendo estrangulado com o aumento de veículos e com a falta de investimento em sistema de transporte urbano mais eficientes ou em obras de grande impacto nas regiões e que realmente possibilitem um maior fluxo de veículos diminuindo assim tempo gasto entre dois pontos distintos (origem , destino ). Outra questão que embasou o projeto é a precariedade dos modais que atendem o sistema de transporte na região e os seus terminais.



A embarcação a ser utilizada neste projeto de transporte em hidrovias dentro da região metropolitana da Baixada Santista será o Catamarã com características modificadas conforme a necessidade de cada área e a quantidade de passageiros que irá transportar e a linha que percorrerá durante a sua utilização. Outras cidades no Brasil desempenham com sucesso o transporte de pessoas utilizando o mesmo tipo de embarcação.


 
O uso do meio de transporte individual chegou a níveis elevados, a infra-estrutura de nossas cidades não suporta mais. Este fenômeno está associado à opção que o Brasil fez, pelo transporte individual, em detrimento do coletivo. Desta forma chegaremos a um momento em que construir vias expressas, viadutos, implantar rodízios ou ondas verdes será inútil. Perante a esta situação calamitosa, surge está interessante proposta que traz consigo preocupação social, ambiental e uma alternativa viável para o enfarte que o sistema viário está prestes a sofrer.


Grupo Dragão




Adolpho Moreira
Adriana Pereira
Alan Gatti
Anderson dos Santos
Bruna Freire
Fotis Dionysios
Marisol de Andrade
Vinícius Dias da Cunha