segunda-feira, 26 de novembro de 2012

IMPACTO DOS CUSTOS OPERACIONAIS NA IMPORTAÇÃO: UM ESTUDO DE CASO



IMPACTO DOS CUSTOS OPERACIONAIS NA IMPORTAÇÃO: UM ESTUDO DE CASO

TCC elaborado por Bruno Carvalho Henrique de Souza
 Orientador: Profº Msc. Mário de Souza Nogueira Neto
2010
A importação de qualquer produto possui várias fases, e as mesmas podem ocorrer erros e problemas, e com isso elevando o custo dos processos juntamente o preço das mercadorias.
Para que isso não ocorra é importante conhecermos perfeitamente todos os processos e seus possíveis riscos.
Depois de sabermos tudo isso, devemos buscar maneiras de auxiliarmos a diminuir os custos desses processos e um conceito bom para isso é a Gestão de Projetos.
Gerenciar um projeto significa usar ferramentas, habilidades, técnicas e conhecimentos para  acatar suas exigências com custos, prazos e recursos limitados.
O gerenciamento de um projeto permite antecipar riscos e situações desfavoráveis que possam vir a ser encontradas.
O conhecimento adquirido durante o gerenciamento de um projeto, possibilita que futuros projetos tenham sua estimativa e seu planejamento facilitados. Essa prática permite que os riscos sejam gradualmente melhor gerenciados.
O gestor pelo projeto deve não apenas possuir habilidades de liderança, mas também ter um conhecimento em gerência. A gerência busca produzir resultados que atendam satisfatoriamente às expectativas das partes envolvidas, já a liderança é usada para estabelecer direção; envolve mobilizar e motivar pessoas visando obter a sua cooperação em busca do objetivo pré-estabelecido.
O projeto é formado por nove áreas de conhecimento, citadas e resumidamente explicadas, são elas: Gerenciamento do Escopo, Gerenciamento dos Custos, Gerenciamento do Tempo, Gerenciamento dos Riscos, Gerenciamento dos Recursos Humanos, Gerenciamento das Comunicações, Gerenciamento das Aquisições e Gerenciamento da Qualidade.
- Gerenciamento do Escopo trata-se de todo o trabalho necessário para que o projeto seja executado.
- Gerenciamento de Custos em um projeto aborda a estimativa, o orçamento e o controle das despesas. Esse processo é iniciado no início do planejamento do projeto, calculando o custo geral e criando o orçamento.
- Gerenciamento do tempo no processo atinge os processos que possibilitam que os projetos sejam executados no prazo. Todo projeto é importante que se tenha uma estimativa da sua duração. Esse fator é essencial para se ter noção se o resultado ser alcançado.
- Gerenciamento de riscos é o processo de planejar, organizar, dirigir e controlar os recursos humanos e materiais de uma organização, no sentido de diminuir os efeitos dos riscos sobre essa organização É um conjunto de técnicas que visa reduzir as perdas acidentais.
- Gerenciamento de Recursos Humanos é a união dos processos: Planejamento de Recursos Humanos, Contratação e mobilização da equipe, Desenvolvimento da Equipe e Gerenciamento da equipe, esses quatro processos interagem entre si para melhorar o a qualidade e desempenho dos membros do projeto.
- Gerenciamento das comunicações do projeto é a área de conhecimento que emprega os processos necessários para garantir a geração, coleta, distribuição, armazenamento, recuperação e destinação final das informações sobre o projeto de forma oportuna e adequada.
- Gerenciamento das Aquisições é responsável por cuidar das compras e aquisições de produtos, serviços ou resultados necessários para a realização do projeto.
- Gerenciamento da Qualidade incluem todas as atividades da organização executora que determinam as responsabilidades, os objetivos e as políticas de qualidade, de modo que o projeto atenda às necessidades que motivaram sua realização. 
Se cada uma dessas áreas de gerenciamentos estiver devidamente em ordem podemos minimizar os erros e os custos dos produtos, e melhorando o desempenho da empresa.

Grupo Falcão
Arthur Naka
Felipe Dias
Gislâine Assunção
Márcio Pereira
Oswaldo Chaves
Sarah Borges

domingo, 25 de novembro de 2012

ABASTECIMENTO DE MINÉRIO DE FERRO NA USIMINAS CUBATÃO


ABASTECIMENTO DE MINÉRIO DE FERRO
NA USIMINAS CUBATÃO
Gargalos e Possibilidades de Ampliação

ANTONIO CLAUDIO ORNELAS ALVES

Orientador
Professor MSc. Álvaro Camargo Prado

A Usiminas é uma usina siderúrgica integrada, isto é, o aço é obtido através do minério de ferro que é transformado na usina em seus altos fornos, criando um produto chamado ferro gusa.Em outra fabrica da usina chamada de aciaria será transformado em aço liquido.


aciaria I da Usiminas de Cubatão





São diversas as matérias primas usadas na siderurgia, mas basicamente podemos destacar o minério de ferro, que é a principal, o carvão mineral e o calcário. É importante conhecer a composição química de cada minério e estocar de forma adequada.

 Minério de ferro hematita, usado na produção do aço 

O minério assim como outras matérias primas serão descarregados de acordo com o modal que foram transportados, e serão estocados no pátio primário. Este pátio recebe todas as matérias primas e separa de acordo com o material, em outros tempos a Usiminas tinha vários fornecedores de minério e era feito já no pátio primário uma pré blendagem dos minérios de ferro fino (SILVA, M.H.R.T. 1996), ou seja, era agrupando os minérios dos diversos fornecedores em camadas, de forma a garantir a homogeneização em pilhas, atualmente a grande maioria do minério fino e fornecido pela própria Usiminas.

O abastecimento do minério de ferro é feito através dos sistemas Ferroviário, Ferro-Rodo, Rodoviário, Cabotagem e Multimodalidade.

 Locomotivas da MRS, principal modal utilizado pela Usiminas para transporte de suas matérias primas

Segundo José Eduardo (analista de abastecimento da Usiminas Cubatão ) o modal ferroviário é o plano A da Usiminas, se possível todo material seria transportado desta forma. Hoje o maior fornecedor de minério é a própria Usiminas, que possui três minas no município de Itatiaiuçu, o material é extraído e embarcado em caminhões que viajam de 50 a 70 km até o Terminal de Sarzedo Novo no município Sarzedo, de lá seguem em vagões, através da MRS, até a Usiminas Cubatão.

A Usiminas ainda tem outros fornecedores que entregam o material em terminais através de caminhões ou de correias e depois seguem pelo modal ferroviário até Cubatão, os fornecedores são: CSN o minério e transportado por 4 Km até o terminal de Casa de Pedra no município de Congonha do Campo.

O modal marítimo através da costa do país chamado de cabotagem, é o plano “B” para o fornecimento de minério, pois a melhor opção é a ferrovia. O Porto de Tubarão da Vale, no passado era o nosso maior porto de embarque, pois a ferrovia (RFFSA) era incapaz de atender a nossa necessidade. Na época áurea do marítimo, chegamos a trazer de 250 a 300 mil t por mês e a ferrovia através da Rede Ferroviária fazia apenas de 100 a 120 mil t/mês, sendo a necessidade de 450 mil t/mês para uma produção de 3.800.000 t/ano de aço liquido.

A Usiminas apresentou dois projetos, um que amplia e moderniza o sistema atual com a aquisição de novas máquinas com potência 50% maior que as atuais, e outro totalmente diferente, usando correia transportadora de longa distância, o percurso proposto será onde passou o antigo sistema funicular, que hoje se encontra em processo de degradação, tal preocupação é para não desmatar ainda mais a Mata Atlântica.


Portanto para baratear o custo de produção e aumentar a confiabilidade no sistema de transporte no abastecimento de minério de ferro e necessário a implantação de pelo menos um dos projetos, como nas palavras do então presidente da MRS, Júlio Fontana Neto, “com o crescimento da atividade industrial e o aumento das exportações brasileiras pelo Porto de Santos, o fluxo de cargas entre o Planalto Paulistano e a Baixada Santista – vital para nossa economia – passou a apresentar um nó logístico e ambiental. É urgente desatá-lo”.

Grupo Dragão


Adolpho Moreira
Adriana Pereira
Alan Gatti
Anderson Floriano
Bruna Freire
Fotis Dionysios
Marisol de Andrade
Vinícius Dias da Cunha

sábado, 24 de novembro de 2012

SISCOMEX CARGA E SISTEMA MERCANTE - Importação Marítima


SISCOMEX CARGA E SISTEMA MERCANTE
Importação Marítima
Volume 1

TCC Elaborado:Maura dos Santos Correia

Orientador: Profº. Dr. Hamilton Pozo

Ano 2009


O trabalho de conclusão de curso da aluna de Logística de Transporte, tem como finalidade apresentar o sucesso obtido pelo Siscomex Carga, um sistema realizado pela Receita Federal que controla a movimentação de cargas e transportes vazios no ambiente aquático.




O método Mercante existe desde 2001 e está em modernização constante para atender o fluxo logístico e as exigências do transporte. Com esse sistema, a Receita Federal do Brasil fica informada sobre o controle de carga, sendo transmitidas automaticamente via Sistema Mercante.
Essas informações são apresentadas em documentos obrigatórios, os quais precisam ser compreendidos e envolvidos no processo de transporte, consignatários,operadores portuários e depositários. Conceitos que são importantes para operar a parte logística interna.
O Siscomex Carga controla a viagem aquaviária da primeira atracação até sua última parada. Sua fácil análise e controle do trânsito - através de dados informatizados -, auxiliam na procura de bloqueios e erros, agilizando o processo de entrega e saída do produto.
Esse bloqueio de carga é realizado somente pela RFB, que mostrará no registro do sistema onde foi encontrado o problema pela fiscalização. Alguns dos bloqueios podem ser por:

  • Informações recebidas depois do prazo; 
  • Controle da solicitação de retificação das informações do CE; 
  • O não comprimento das informações do lacre do contêiner; 
  • O não comprimento do peso, frete, cubagem; 
  • Embarcações com cargas bloqueadas e destinadas ao exterior. 
Se não cumpridas essas exigências da Receita, o transportador pode receber multas por cometer uma devida inflação ou até mesmo um dos bloqueios citados acima.



A maior preocupação dos responsáveis da área ficou concentrada na segurança dos dados não feitos com precisão. Por isso, mudou-se sua estratégia obrigando o uso do certificado digital por parte dos transportadores, para prestar informações à Receita Federal do Brasil. Esse certificado aponta dados antes não mostrados, que passaram a ser vistos com mais cautela do órgão do Ministério da Fazenda, sendo eles até escondidos por parte dos administradores.
Por consequência a autorização do desembarque precisa de um licenciamento de importação, isto é, controle do que entra no território estrangeiro. Obedecendo as obrigações e regras, para autorização sem problemas dos procedimentos concedidos.
O licenciamento divide-se em automático ou não-automático. O licenciamento automático é feito pelo Siscomex, programa computadorizado que ajuda na resolução de problemas e procedimentos. O licenciamento não-automático não tem máquinas especializadas, por isso serve somente para pequenos produtos, com controle imediato. Os dois controles tem que apresentar todas suas informações tanto do exportador, fabricante, fiscalização, até mesmo a quantidade, o preço total ou unitário, peso e toda seu descrição referente ao produto armazenado.



Antes do processo de Siscomex ser modernizado conforme o avanço da tecnologia, seu sistema era muito incorreto e incerto, pois eram lançadas manualmente informações da carga e descarga. E esse processo informatizado tem como principal benefício a segurança e o controle interno dos mesmos. Não ocasionando problemas antes frequentes, como é o caso das fiscalizações inesperadas, arrecadações de impostos irregulares quando havia entrada de mercadorias em um local, entre outros já solucionados.

                            Grupo Cachorro


Integrantes:Bruno,Rayssa,Eduardo L., Yasmin, Lohrana e Juliana.

sexta-feira, 23 de novembro de 2012

LOGÍSTICA DE CIRCULAÇÃO DE MERCADORIAS EM SHOPPING CENTER


 LOGÍSTICA DE CIRCULAÇÃO DE MERCADORIAS EM SHOPPING CENTER Autoras:  CAROLINA ARAUJO DZIELINSKI
JULIANA MOURE DE SOUZA Orientadora: Professora Gisele Esteves Prado Coorientador: Professor MSc. Álvaro Camargo Prado  

 

 

         LOGÍSTICA DE CIRCULAÇÃO DE MERCADORIAS EM

                                   SHOPPING CENTER

 

Autoras:  CAROLINA ARAUJO DZIELINSKI e JULIANA MOURE DE SOUZA

 

Orientadora: Professora Gisele Esteves Prado

Coorientador: Professor MSc. Álvaro Camargo Prado  

 

Este trabalho apresenta um estudo sobre a logística de circulação de mercadorias em shopping centers, mostrando os processos burocráticos de entrada e saída das mesmas no local. Descreve como funciona este tipo de mercado; os setores de um shopping center; a atuação de lojistas, funcionários e clientes; a logística de entrada das mercadorias através das docas e movimentação pelo shopping e corredores técnicos; e a logística de saída através das estratégias de vendas e visual merchandising das lojas.

A presença de um shopping center em uma cidade causa grande impacto. Os hábitos de consumo mudam, a cidade arrecada mais impostos, multiplicam-se as oportunidades de emprego, transformam-se as vias de acesso nos arredores, novas marcas chegam ao mercado local, entre outras mudanças sociais, culturais e econômicas. O constante desafio de um empreendimento desses, é manter-se sempre atrativo, limpo, seguro, moderno, acessível, além de divertir e surpreender o cliente o tempo todo.

O objetivo desse trabalho é mostrar o trajeto da mercadoria desde sua chegada ao shopping até a sacola do cliente: como e por onde entra, como é feita sua movimentação, como é preparada para o contato com o público, como é realizada a venda e sua saída com o cliente. Para que os objetivos sejam cumpridos, é necessário que, após as fases de planejamento, desenvolvimento, comercialização e implantação, uma equipe gestora assuma o controle de todas as operações que compõem a sua matriz de gestão.

A inteligência do empreendedor na indústria de shopping centers no Brasil é um dos diferenciais para o crescimento do setor, pois, junto com ele, ressaltam-se fatores que ajudam a impulsionar o mercado, ou seja, além do crédito e prazos facilitados para os consumidores, há o crescimento de empregos formais e a ascensão das classes B e C.

De acordo com a ABRASCE, o mercado de shopping centers é responsável por 18,3% do varejo nacional e por 2% do PIB, números que comprovam a importância do setor, que cresceu 28% entre 2006 e 2008. Esses resultados são reflexos também de ações como os investimentos de grupos internacionais no mercado nacional, abertura de capital na bolsa de valores e excelente gestão de seus administradores.

Alguns supermercados, grandes lojas de eletroeletrônicos, papelarias e livrarias de grande porte também são considerados âncoras dentro de alguns shoppings abertos. Partindo do princípio que as âncoras são as lojas-base de um shopping center por oferecer as maiores atrações para o público, as lojas menores, denominadas satélites, são aquelas que se beneficiam do fluxo de clientes gerado pelas âncoras, às vezes localizadas estrategicamente de modo a manter um ciclo de movimentação de pessoas por todo o shopping.

Quanto maior o shopping, maior sua equipe. A administrativa é normalmente chefiada pelo gerente administrativo, que supervisiona as atividades diárias do shopping, administra o setor financeiro, os atendentes, o setor comercial, além de atender os gerentes de lojas e lojistas em questões administrativas e interesses entre as partes.

Os lojistas são responsáveis por manter a manutenção interna de suas lojas, a equipe operacional, além de dar um suporte geral aos lojistas, cuida da manutenção das áreas comuns do shopping, fornece a eletricidade, água, esgoto e internet às lojas, analisa os projetos de construção ou reforma das mesmas, acompanha e fiscaliza obras, cuida do paisagismo do mall e realiza manutenção a longo prazo.

A equipe de marketing é chefiada pelo gerente ou diretor de marketing, que planeja e coordena eventos junto com assistentes, coordenadores, supervisores e estagiários. Alguns serviços são terceirizados comumente, como a criação de layouts e peças publicitárias.

No shopping center, o gerente ou supervisor de segurança comanda uma equipe de seguranças, controladores de acessos, bombeiros e porteiros, que além de fazer a vigilância total do empreendimento, através de câmeras e rondas constantes e controlar entrada e saída de funcionários e prestadores de serviços que circulam no shopping fora do horário de funcionamento.

No comando de todas essas equipes há a figura do superintendente, que administra todos os setores da administração, e ao qual se subordinam os gerentes administrativo, operacional, de marketing e segurança. O superintendente é a maior autoridade presente no shopping.

No que se refere à entrada e saída de mercadorias, não é interessante nem seguro e muito menos viável realizar essa operação durante a circulação de clientes, pois há a necessidade da utilização de equipamentos específicos para movimentar caixas, mobiliário decorativo, araras, displays etc. Para facilitar essa movimentação, normalmente o próprio shopping center disponibiliza para sua equipe interna e lojistas carrinhos, escadas e andaimes, que facilitam a mobilidade de grandes peças. É necessário um controle desses equipamentos por parte da segurança do shopping, assim como uma frequente manutenção dos mesmos para que estejam sempre em boas condições de uso.
 
 
 


                                                             Grupo Onça     
 
                                 Integrantes: Adilson V. Antolin e Sergio Miranda

LOGÍSTICA REVERSA: O Fluxo Reverso da Água no Município de Miracatu/SP Realizado pela Sabesp


LOGÍSTICA REVERSA: O fluxo reverso da água no Município de Miracatu/SP realizado pela Sabesp Autor:  JONAS PINTO ARCARI Orientador: Professor Daniel Zacarias.

  
 

                                             LOGÍSTICA REVERSA:

                    O Fluxo Reverso da Água no Município de Miracatu/SP

                                               Realizado pela Sabesp

  
                                Autor: JONAS PINTO ARCARI

 

                          Orientador: Professor Daniel Zacarias

 

O presente trabalho tem como objetivo principal discutir sobre a aplicação da logística reversa na empresa para obter vantagens competitivas e sustentabilidade empresarial. A logística empresarial passou por diversas mudanças e evoluiu ao longo dos anos, se tornando mais complexa e essencial nas atividades da empresa. Utilizando os princípios de desenvolvimento sustentável, a logística reversa busca completar o ciclo do transporte de produtos, retornando os resíduos gerados ao longo da cadeia com a finalidade de gerar economia e diminuir o impacto ambiental que este produto poderia causar. O principal problema enfrentado na implantação da logística reversa é o custo, que pode ser minimizado por incentivos do governo, porém, se bem implantada, além de gerar receita para a empresa, os ganhos para a sociedade e para o meio ambiente são de valor inestimável, uma vez que os recursos naturais são finitos. O estudo de caso mostra como é feito o fluxo reverso da água na cidade de Miracatu, desde o serviço de produção de água potável que abastece a população até o retorno e tratamento das águas residuais que são devolvidas ao meio ambiente sem causar impacto ambiental.

Como solução para o problema causado pela crescente quantidade de resíduos emitidos ao meio ambiente, a logística reversa propõe aos fabricantes, importadores, distribuidores, e comerciantes com a colaboração do governo e da sociedade, retornar a origem os produtos e embalagens com a finalidade de destina-los a um fim adequado, que possa gerar algum benefício econômico, social e ambiental.

Logística reversa é a prática de estudar meios para reposicionar no mercado aqueles produtos que foram descartados. Como parte integrante da logística verde, a logística reversa contribui de forma significativa para a obtenção do desenvolvimento sustentável, que atualmente é essencial para qualquer empresa, em vista que, países de todo o mundo planejam cumprir metas para diminuir suas emissões de resíduos e alcançar a sustentabilidade.

Com a globalização do mundo atual, o ambiente empresarial se encontra em constante mudança, as empresas passaram a atender mercados distantes, gerando uma grande movimentação em seus estoques e tornando difícil a administração dos mesmos. Essa tarefa se torna mais fácil e eficiente quando é operada por um sistema autônomo que se encarrega de passar as informações para diversos setores somente com um input, ou seja, ao colocar uma informação no sistema, todos os setores integrados estarão cientes da ação que foi feita e poderão tomar uma decisão correta de acordo com essa informação.

A logística reversa vem sendo utilizada há muito tempo, como no retorno de garrafas e a recolha de lixos e resíduos de uma cidade, porém antes não era tratada com a devida importância. No final da década de 80 foi quando se iniciou o estudo aprofundado e a sistematização dos processos da logística reversa, revelando a importância do gerenciamento do fluxo reverso e a necessidade de explorar conceitos que possam proporcionar um desenvolvimento sustentável.

Os canais de distribuição reversos são as diferentes alternativas e formas de comercialização dos resíduos, desde a forma de captação dos bens de pós- consumo ou dos resíduos industriais até a sua reutilização ou desmanche, que proporciona o reaproveitamento de seus materiais até o produto chegar ao fim de sua vida útil.

Pode-se dizer que o principal objetivo da logística reversa é planejar, implementar e controlar da melhor maneira: a reciclagem, substituição e reutilização de materiais usados; a reparação ou re-fabricação de produtos; a deposição de resíduos; o retorno ou a recuperação de produtos, entre outros. Isso mostra que a logística reversa é a estratégia que opera no retorno dos resíduos de pós-venda e pós-consumo ao ambiente de negócios ou ambiente produtivo.
 
Embora existam inúmeras alternativas de incentivo a Logística Verde, empresas, governo e sociedade ainda têm muito a evoluir para reduzir os impactos causados ao meio ambiente. A maior dificuldade na implantação de medidas a favor da sustentabilidade é o custo das ações, porém o auxilio da tecnologia e o retorno financeiro direto que algumas  dessas ações roporcionam para as empresas mostram que a sustentabilidade também é um negócio viável.



                                                            Grupo Onça     

                                Integrantes: Adilson V. Antolin e Sergio Miranda
 

LOGÍSTICA REVERSA DO PÓS - CONSUMO: DESTINAÇÃO DAS PILHAS E BATERIAS


LOGÍSTICA REVERSA DO PÓS - CONSUMO: DESTINAÇÃO DAS PILHAS E BATERIAS  Autores:  BRUNO JULIAN CANUTO PEREIRA, ELYZA SEIKO OLIVEIRA, SUELLEN NAOMI TAMASHIRO e THAIANE RODRIGUES HENRIQUE Orientador: Professor MSc. Daniel Alves Zacarias

 

 

                    LOGÍSTICA REVERSA DO PÓS - CONSUMO:
                       DESTINAÇÃO DAS PILHAS E BATERIAS 

  

Autores:  BRUNO JULIAN CANUTO PEREIRA, ELYZA SEIKO OLIVEIRA, SUELLEN NAOMI TAMASHIRO e THAIANE RODRIGUES HENRIQUE

 

Orientador: Professor MSc. Daniel Alves Zacarias

 

 
Devido ao rápido avanço tecnológico, crescimento do consumismo e competitividade entre as empresas, o ciclo de vida dos dispositivos eletrônicos têm se tornado cada vez mais curto. Com isso, é gerada uma grande quantidade de resíduos prejudiciais ao meio ambiente e à saúde humana, principalmente daqueles que contêm substâncias tóxicas, como é o caso das pilhas e baterias. Para lidar com essa ameaça latente, diversos conceitos e ações foram desenvolvidos para minimizar os danos, como especificações para a fabricação desses produtos, a criação de pontos de coleta para que as empresas possam dar uma destinação adequada aos resíduos.

Em razão da alta competitividade do mercado, da globalização, dos avanços tecnológicos e obsolescência, as empresas sofreram grandes impactos em suas rotinas. Foi necessário criar um processo de especialização voltado à gestão eficiente do fluxo de retorno de produtos e materiais: a Logística Reversa, que  trata do caminho inverso, onde o produto parte do consumidor até o fabricante.

As organizações possuem um grande desafio em relação ao descarte adequado de embalagens, produtos eletrônicos com componentes químicos, etc. Principalmente quando se leva em conta o impacto que o mau direcionamento desses produtos causa ao meio ambiente e à sociedade. O canal de distribuição reverso permite o retorno dos produtos para os fabricantes originais para que eles possam descartar, reciclar, revender ou incorporar os produtos novamente no processo produtivo.

A logística reversa atende aos consumidores mais conscientes em relação às questões ambientais e, em termos estratégicos, busca agregar valor econômico ao produto. Foram nas décadas de 70 e 80 que se deram início aos primeiros estudos referentes à logística reversa, pouco depois do surgimento da logística empresarial.

Atualmente o canal reverso de pós-consumo é bastante utilizado na revenda de produtos usados, fisicamente ou através do comércio eletrônico. Apesar do ciclo de vida produtos terem diminuído em razão do avanço tecnológico e da exigência dos consumidores, muitos desses produtos continuam aptos a seu propósito inicial e assim podem ser comprados por outros consumidores.

É através do acompanhamento de ONGs, órgãos de fiscalização, entre outros, que o mercado e os consumidores podem tomar conhecimento das empresas que investiram ou investem em políticas ambientais seguras e rígidas. Assim, aquela empresa que realmente cumpre com o que anuncia, toma a preferência do consumidor mais consciente e informado.

Constata-se atualmente um tipo de mudança na consciência dos consumidores, a chamada “consciência verde”. O consumidor verde é conceituado como aquele que leva em consideração a variável qualidade/preço e a variável ambiental ao seu poder de escolha. Optando por adquirir produtos e serviços que não agridam ao meio ambiente. De acordo com o que propõe o consumo verde, o principal agente de transformação da situação que vivemos hoje é o consumidor, que através de suas demandas é capaz de estimular a reestruturação ecológica das indústrias.

O ritmo acelerado do avanço tecnológico na área dos dispositivos eletroeletrônicos tem tornado os equipamentos ultrapassados e incapazes de suprir todas as exigências na visão dos consumidores, que então optam por descartar os modelos obsoletos. Esses produtos reduzidos agora à condição de lixo eletrônico, tem como destino o lixo comum, chegando em pouco tempo aos aterros sanitários ou lixões e esse descarte errôneo dado ao lixo eletrônico gera inúmeros impactos negativos ao meio ambiente e à sociedade. Além de minimizar esses impactos, destinar adequadamente os resíduos eletrônicos evita também o desperdício de materiais nobres que possivelmente estão contidos em placas e componentes dos produtos inutilizados, sem contar os materiais que poderiam ser reinseridos na cadeia produtiva.

Vivenciamos uma época em que o meio ambiente começa a fazer parte da pauta de negócios das empresas e assunto nas conversas do mundo corporativo. As organizações não governamentais e a sociedade tem pressionado as empresas e o governo a realizar alterações cada vez mais exigentes na legislação e a agir contra o modo errôneo como os resíduos industriais e lixo urbano são dispostos, de maneira a atender as necessidades do presente sem que haja um comprometimento para as necessidades futuras.


                                                             Grupo Onça     

                                  Integrantes: Adilson V. Antolin e Sergio Miranda

APLICAÇÃO DE SISTEMAS INFORMATIZADOS EM PESQUISA OPERACIONAL TCC Elaborado Por:LUIZ CÉSAR LEÃO SANTANA


APLICAÇÃO DE SISTEMAS INFORMATIZADOS EM PESQUISA
OPERACIONAL
TCC Elaborado Por:LUIZ CÉSAR LEÃO SANTANA

 

    O avanço tecnológico tem ajudado no aumento do desempenho produtivo do homem. Por outro lado, esse crescimento no volume de atividades, auxiliado pela máquina, tem encontrado resistência no que dizrespeito à utilização da tecnologia. Para termos uma idéia básica, as pessoas mais conservadoras ainda têm a impressão de que os computadores jamais substituirão o homem.
      As atividades mais procuradas pelas pessoas durante o surgimento do computador eram as relacionadas às ciências exatas, ou seja, o aparecimento desse novo instrumento de trabalho resolveria todos os problemas de cálculos complexos, reduziria o tempo despendido com as calculadoras e, como consequência, a diminuição da margem de erro no resultado final.


A evolução das máquinas estreitou o relacionamento entre usuários e equipamentos, com o objetivo de minimizar a falta de conhecimento técnico.
Num primeiro momento, isso foi o grande passo para a difusão da idéia que a Informática deixariade ser de uso exclusivo de atividades profissionais e se tornaria essencial para as atividades cotidianas do público em geral. Seguindo essa linha de raciocínio, o avanço tecnológico procurou aproximar a máquina do homem, proporcionando a interatividade entre ambos, através da linguagem visual, usando os chamados ícones.De uma forma geral, os primeiros programas a ganharem popularidade, na era da automação, foram os editores de textos. Uma verdadeira febre entre os usuários, pela nova maneira de realizar trabalhos de forma mais versátil no desenvolvimento e finalização, tudo
de um jeito claro e limpo.Nas atividades laborais, constantemente são apresentadas situações nas quais  os profissionais se deparam com problemas onde uma solução deverá ser proposta, seja ela, para melhorar o desempenho de um determinado serviço, aumentar o nível de uma linha de produção, efetuar o crescimento dos lucros, reduzir custos de um processo produtivo, melhorar o  tempo de entrega e distribuição de produtos entre outros. Em todas as situações proposta neste parágrafo, o profissional deverá tomar uma decisão para que o desempenho de
sua função tenha continuidade no trabalho exercido. A tomada de decisão consiste em analisar uma série de informações disponíveis sobre a situação apresentada e encontrar o melhor caminho para seguir no trabalho proposto. Ou seja, a partir de um modelo científico, um sistema de funções e equações será descrito e, após a solução deste, o profissional terá condições de prosseguir com o serviço. A área de conhecimento tecnológico que desenvolve soluções para estes problemas é a Pesquisa Operacional, que tem entre suas divisões a Programação Linear, cuja ferramenta principal é o Método Simplex. Existem softwares que realizam o mesmo trabalho do Simplex, mas alguns carecem de mais interatividade com o usuário para viabilizarem sua utilização prática em ambientes adversos. 
O programa desenvolvido neste trabalho levou em consideração, desde o início, a facilidade prática de seu uso direto, sem depender da instalação de softwares pesados ou de difícil compreensão.
    O programa foi testado e resultou satisfatório em relação aos resultados numéricos obtidos na solução de problemas de Programação Linear com duas variáveis. Entretanto, alguns problemas ainda devem ser solucionados, como o tempo de processamento, excessivamente longo quando comparado a outros de mesma finalidade.

Grupo Jaguar, 2012
 Integrantes: Felipe Barbosa, Felippe Leoni, Georgiane, Guilherme Mendes, Guilherme Pelegrino, Ivens Silva.


OPERADOR DE TRANSPORTE MULTIMODAL E SUAS VANTAGENS COMPETITIVAS

OPERADOR DE TRANSPORTE MULTIMODAL E SUAS VANTAGENS COMPETITIVAS

TCC elabora por:
Edmar Santos de Menezes

Orientador:
Professor Thames Richard da Silva

Santos – SP

2009


Com o avanço da área de comércio exterior no Brasil, cresceu também a competitividade logística de um modo geral. Com isso, as pessoas diretamente envolvidas com a logística e transporte de um determinado item passaram a investir em novos meios para facilitar esse trabalho, bem como investiram mais na capacitação de seus colaboradores e na infra-estrutura.

Foi então que ocorreu o desenvolvimento da intermodalidade dada pelos fatos citados acima, proporcionando maiores benefícios no transporte, tal como sua evolução, ou seja, a mercadoria que precisava ser transportada poderia usar dois ou mais modais para chegar no seu destino final, surgindo vários meios de transportes.

Um feito de grande importância que ocorreu foi o aumento da concorrência pelo setor de transportes é a multimodalidade, ou seja, a figura de pessoa jurídica responsável pela movimentação da carga somente com um conhecimento de transporte, ou seja, OTM – Operador de Transporte Multimodal. Dessa forma o produto é transportado da sua origem ao seu destino, com menos burocracia, e mais agilidade.

O transporte multimodal pode ser dividido em duas funcionalidades:


Nacional: Quando os locais que serão transportados de embarque e desembarque forem dentro do Brasil.
Internacional: Quanto os locais que serão transportados de embarque e desembarque forem fora do Brasil.


O Transporte Multimodal de Cargas compreende, além do próprio transporte, os serviços em que ocorre coleta, unitização, desunitização, movimentação, armazenagem e entrega de carga ao destinatário, tal como outros serviços que abrange da origem até o destino final, inclusive por exemplo, o de consolidação documental de cargas.

Também temos o transporte intermodal, e o que seria?

Conforme menciona Samir Keedi,

Transporte intermodal é aquele em que uma carga utiliza mais de um modal de transporte para ser enviada de sua origem até o seu destino. Isto ocorre em virtude da impossibilidade de determinada carga ser transportada por todo o trajeto com apenas um dos modais existentes. [...] A sua característica principal é de total independência entre os modais de transporte, bem como dos documentos de transporte que representam a carga. Isto significa que cada trajeto é realizado por um tipo de transporte, onde cada transportador emite seu próprio documento de embarque. [...] Nesse sentido, cada embarcador contrata obrigatória e individualmente cada trecho do transporte, com cada transportador pagando a cada um o frete correspondente a cada documento de embarque emitido. Cada transportador assumirá a responsabilidade pelo seu trecho de transporte, entre os pontos mencionados como de origem e destino.

E com tantas opções de transportes, tomamos como conhecimento básico que o Operador de Transporte Multimodal se faz necessário para essas atividades de logística. Tal como o exercício de tantas funcionalidades acaba criando uma vantagem competitiva, pois abre-se as opções para que um produto chegue a seus destino final. Surgindo também a diferenciação da empresa no setor em que atua, procurando ser líder para sobressair as demais do mesmo ramo, para obter a satisfação das necessidades de seus clientes através do destino final de seus produtos no prazo estimado, o que inclui o meio pelo qual vai ser transportado, entrando então a logística do transporte por meio dos Modais, e consequentemente, quem o opera.


Grupo Albatroz


Anna, Christopher, Danilo, Diego, Nyckolas e Paloma