segunda-feira, 17 de setembro de 2012

INFRAESTRUTURA PARA OS CRUZEIROS MARÍTIMOS


Infraestrutura para os Cruzeiros Marítimos
Concais Volume 4


Márcio Alves Asenjo




Orientador: Professor MSc. Álvaro Camargo Prado


2009

                

       O que começou como forma de migração em períodos de guerras de dificuldades através dos Transatlânticos veio a se tornar uma forma muito rentável nos dias de hoje por meio dos Cruzeiros.

       Cidades Portuárias viram nesse mercado uma grande oportunidade de se tornarem pólos turísticos se adequando as leis e infra-estruturas exigidas pelo mercado.

       O setor ainda necessita de uma grande melhoria principalmente na infra-estrutura, os terminais portuários do País ainda não estão preparados para a demanda crescente do setor.

       A grande exigência na parte de Logística seja nas operações internas, embarque e desembarque de passageiros, infra-estrutura nos terminais, suprimentos, transportes, armazenagem, carga e descarga, são os grandes desafios do mercado Brasileiro que ainda sofre com a falta de pessoal treinado, falta de infra-estrutura nos portos e arredores que ainda dividem espaço com os terminais de carga e descarga causando transtorno e congestionamento no setor de embarque e desembarque.

 
Porto de Santos 


             

       Famoso pela sua movimentação de cargas o Porto de Santos recebe desde o grande período de migração os Transatlânticos vem tentando se atualizar desde então, a partir de 1998 o porto recebeu um terminal só de passageiros e começou a fazer parte do Mercado de Cruzeiros tendo como primeiro Navio atracado o Costa Marina.

       Desde então o terminal vem recebendo investimentos para melhor se adequar as necessidades dos passageiros, os investimentos em infraestrutura no período de 1998 à 2010 chega a casa dos 43 milhões.

 
       Após esses investimentos o porto de Santos tornou-se o maior e mais moderno terminal de passageiros da America Latina, preparado para receber os turistas de todo o mundo.
  

 
Infra Estrutura do Terminal


                               

       O Terminal de Passageiros conta salas climatizadas, lojas de conveniência, lanchonetes, bancos 24hroas, amplos salões de embarque e desembarque, salão de chek-in com capacidade de atender mais de 6 navios ao mesmo tempo, estacionamento, ambulatório com UTI entre outros.

       Com capacidade para atender mais de 35 mil pessoas diariamente o que significa em média 9 navios por dia, necessita de uma grande operação para embarque e desembarque de passageiros e movimentação de bagagens.



Transito

       Situado em um local de carga e descarga o entorno do terminal de passageiros é o grande problema que acaba causando congestionamento na atracação dos navios. Por melhor que seja a infra-estrutura interna, a parte externa sofre com a grande movimentação de carga e descarga do maior porto do País, o engarrafamento causado por caminhões de carga, carros e vans de passageiros acaba causando problemas e atrasos no embarque e desembarque de passageiros dos Cruzeiros.
 

O Mercado
 
                                

       O mercado Brasileiro de turismo ainda é muito pequeno e pouco explorado, porem vem crescendo a cada dia gerando empregos diretos e indiretos movimentando a economia. Ainda existem muitos problemas, as cidades que recebem os Cruzeiros estão aprendendo que não basta ter o porto é necessário ter um planejamento urbano que cative com fácil locomoção e alternativas de laser para os passageiros.
 

                    

Grupo Tatu
 

Integrantes
Andre Acsonov / Eduardo Nardi


sábado, 15 de setembro de 2012

INFRAESTRUTURA PARA OS CRUZEIROS MARÍTIMOS Revitalização das Áreas Portuárias Vol. 03

 Infraestrutura para os Cruzeiros Marítimos 
Revitalização das Áreas Portuárias Vol. 03

Karla Krysthyne Nachtajler Amado
Orientador: Prof. MSc. Álvaro Camargo Prado
2009

     O segmento de cruzeiros marítimos no Brasil cresceu e cresce a cada temporada e apesar da participação América do Sul no cenário mundial ainda ser bastante pequena, o Brasil possui um grande potencial para se tornar um dos maiores mercados neste segmento, nosso país possui um litoral com mais de 7 mil quilômetros e um clima muito favorável ao turismo marítimo.
                          Cruzeiro Turístico na costa brasileira
     
     No ano de 2007, o turismo brasileiro teve um peso de 2,2% no Produto Interno Bruto (PIB) (ABREMAR, 2009). Contudo, estes números poderiam ser maiores.

     Segundo a ABREMAR, o Brasil usa apenas 2% de sua força de trabalho na atividade turística, enquanto a França, por exemplo, emprega 25%. Em outras palavras, quando chegarmos próximos a essa meta, o setor será o maior empregador nacional.

                                                       Tabela 1 – Resumo dos impactos econômicos da


                                               Atividade dos cruzeiros marítimos no Brasil 2005/2006  

Fonte: Revista Turismo em Números

     Como podemos observar na tabela acima, na temporada 2005/2006 os cruzeiros marítimos geraram, direta e indiretamente R$ 245,6 milhões de renda e mais de 14 mil empregos.

     Entretanto, ainda existem muitos problemas a serem sanados quando falamos de infraestrutura portuária e receptiva. Alguns portos não oferecem berços de atracação suficientes e viáveis, e as instalações para turistas são precárias causando possíveis transtornos aos passageiros e inviabilizando as escalas nestas cidades. Consequentemente, estes fatores acabam impedindo o enriquecimento da região como destino turístico. Como proposta para solucionar os problemas existentes nas precárias estruturas dos terminais para passageiros são necessários projetos de revitalização portuária.

     A revitalização consiste em ligar os aspectos históricos e culturais às novas atividades, utilizando práticas que desenvolvam áreas sem ocupação ou menos utilizadas.  
     Nos sistemas de relacionamento porto-cidade, os portos ganham novo papel na logística dos transportes, levando a uma crescente interdependência: o porto torna-se parte do sistema de conexões e fluxos interdependentes com o espaço urbano da região, deixando de ser uma unidade autônoma. (SANTANA, 2003).

     Os espaços entre zonas portuárias e zonas urbanas deixaram de ser conflitantes, passando a serem partes integrantes de uma cadeia logística. Um bom funcionamento portuário é diretamente proporcionado a bons aspectos econômicos e sociais para a população, assim como uma boa infraestrutura urbanística influencia diretamente em um bom desenvolvimento portuário.

    Segundo Santana (2003, pág. 225) “As experiências internacionais e seus processos subjacentes tornaram-se referências fundamentais dos novos projetos em desenvolvimento em todos os continentes”. Modelos de revitalização portuária em portos europeus e norte-americanos são usados como paradigmas de gestão em outros cenários portuários, como no Brasil.
                                                                            Porto De Baltmore(EUA).

     O Inner Harbor, em Baltimore (EUA), foi reformado há mais de 50 anos. A partir dele, outros países seguiram o projeto de aproveitar o espaço da área portuária.
     
     Podemos ver então que por meio de uma gestão portuária regulamentada, com infraestrutura logística e de transportes integrados, unidos por projetos e empreendimentos planejados e viabilizados socioeconomicamente, torna-se solucionada a problemática da barreira de crescimento dos navios de cruzeiros.

Este conteúdo também nos permite concluir que a relação porto e cidade deve ser interligada pelos fatores logísticos externos aos terminais de passageiros.



Grupo Jaguar

Integrantes:
Felipe Barbosa, Felippe Leoni, Georgiane, Guilherme Mendes, Guilherme Pelegrino, Ivens.

sexta-feira, 14 de setembro de 2012

Infra- Estrutura Portuária Para os Cruzeiros Marítimos - Logística aplicada ao turismo Vol. 02


Infra- Estrutura Portuária Para os Cruzeiros Marítimos -
Logística aplicada ao turismo Vol. 02

TCC elaborado por:
WAGNER DE SOUZA SILVA
Orientador Professor Msc. Álvaro Camargo Prado
2009

Com o aumento do número de cruzeiros marítimos, fica clara a falta de infra-estrutura nos portos do Brasil, causando entrave no setor. A precariedade das estruturas dos terminais de passageiros, o conflito entre movimentação de cargas e pessoas, o intenso movimento de navios, causando congestionamentos e demora na atracação, são fatos que geram a necessidade de um melhor estudo logístico e na formação de profissionais qualificados para tal demanda. O terminal de passageiros do porto de Santos é considerado o melhor da América do Sul.

                                              Terminal Passageiro de Santos.

Com a lei de modernização dos portos, que liberou a cabotagem no Brasil, permitiu que as cidades portuárias atraíssem esse tipo de lazer. Com os congestionamentos nas estradas e aeroportos, o câmbio favorável, e por ter sido pouco afetado pelas crises internacionais, os cruzeiros marítimos se mostram um grande atrativo pela facilidade de locomoção entre os pontos turísticos e os serviços de hotelaria, gastronomia e lazer, todos luxuosos que são oferecidos, muitas vezes mais em conta, motivo pelo qual, a cada temporada o número de passageiros vem aumentando.

O grande desafio é adequar às instalações portuárias a realidade do aumento do movimento de passageiros que cresce a cada ano na cidade de Santos. A integração de órgãos federais, estaduais, e municipais se faz necessário. Os navios são como pequenas cidades e a logística é fundamental, sendo aplicado em todas as fases desse processo, desde o embarque das bagagens, o transporte dos passageiros até os navios bem como na rede de abastecimento de água, mantimentos e demais insumos que serão utilizados no cruzeiro.

Os navios de passageiros ainda encontram entraves nos portos, como leito raso nos canais, que comprometem a atracação e a utilização por embarcações maiores e mais modernas, a ausência de terminais de atracação voltados exclusivamente para passageiros e que atendam a sua demanda, assim como uma lei específica para o setor.

No terminal de Santos, os passageiros transitam pelos terminais de bagagens desorganizados, junto a fornecedores e suas cargas, além de percorrerem grandes distâncias, filas enormes e espera acima do aceitável.

Com a vinda de navios maiores e com capacidade maior de passageiros, e maior número de escalas fica evidente a necessidade de uma estrutura urbana que possa atender melhor essa movimentação, eliminando gargalos e aborrecimentos aos usuários. Setores públicos e privados deverão se preocupar em fornecer acesso fácil ao terminal, tanto para passageiro tanto para carga, transporte fácil aos turistas (transporte turístico atrativo) para conhecer os pontos turísticos da região, bem como ao comércio local.

As dificuldades do setor de abastecimentos dos navios ainda são grandes, segundo o setor existe a necessidade da instalação de estoques alfandegados, medida que facilitaria a venda de mercadorias estrangeiras. Há também a necessidade de melhorar os acessos e condições de trabalho das inúmeras empresas prestadoras de serviços como reparos, limpeza, dedetização, ferramentas, equipamentos de proteção pessoal, remédios, produtos de higiene, fornecimento de combustível e de água potável, que através de um grande esquema logístico garante o funcionamento do cruzeiro marítimo. Os produtos são divididos em secos, refrigerados e congelados e o embarque dessas mercadorias deve ser rápido, em container e entregues no armazém do navio.

No ano de 2007, o turismo brasileiro contou com 352 mil empresas, movimentou 53 segmentos da economia, gerou dois milhões de empregos diretos e 5,4 milhões de empregos indiretos, com um peso de 2,2% no Produto Interno Bruto (PIB). (ABREMAR, 2009). 

Valor dos impostos, taxas e encargos gerados pela atividade dos cruzeiros marítimos no Brasil na temporada 2005/2006
 Fonte: Revista Turismo em Números

O Impacto dos Cruzeiros Marítimos De Cabotagem No Brasil – Movimento Econômico 2004 a 2008
Fonte: ABREMAR

Os cruzeiros marítimos já representaram um dos principais serviços vendidos no país, pois é fruto de um transporte amplamente consumido em décadas passadas, porém, com outro enfoque, e por um grande mercado potencial nacional e internacional.

GRUPO FALCÃO
Arthur Naka, Felipe Dias, Gislâine Assunção, Márcio Pereira, Oswaldo Chaves e Sarah Borges

INFRAESTRUTURA PARA OS CRUZEIROS MARÍTIMOS

Infraestrutura para os Cruzeiros Marítimos
Cruzeiros Marítimos e o Porto de Santos 
Volume 1

Raphain Barbosa Ferreira de Moraes
Orientador: Professor Msc. Álvaro Camargo Prado
2009



Os cruzeiros marítimos possuem uma ligação extensa com a logística nas suas operações, desde o momento da movimentação do passageiro até seu local de embarque, incluindo a infraestrutura dos terminais de embarque de passageiros, as estações de trânsito e todos os seus processos internos e externos que necessitam de suprimentos, transporte, armazenagem, procedimentos de carga e descarga, serviços e até estrutura de gestão ambiental para os resíduos produzidos.



A infraestrutura do terminal Concais em Santos, frente aos outros terminais brasileiros, é de grande suporte aos usuários, sendo o maior e mais moderno terminal da América Latina. O Concais, através de seus investimentos, proporciona que as operações ocorram da forma mais organizada possível. O terminal dispõe, dentre muitos serviços, de: salões de embarque e desembarque climatizados, sistema de comunicação audiovisual, lojas de conveniência, lanchonetes, cafeterias, sanitários, telefones públicos, acesso à Internet e banco 24 horas; serviço de táxi, informações turísticas; serviço terceirizado de locação de veículos de passeio, ônibus e vans, para transfer e city tour, e helicópteros; estacionamento, ambulatório para primeiros socorros e UTI móvel com equipe médica especializada, Instalações para Polícia Civil, Vigilância Sanitária, etc.



Segundo a Abremar (Associação Brasileira de Cruzeiros Marítimos), os cruzeiros marítimos proporcionam, para as regiões em que faz escalas, benefícios econômicos. Não apenas com os gastos de turistas e tripulantes, mas também porque muitos dos produtos adquiridos para a operação do navio são nacionais, como combustível, frutas, alimentos básicos, algumas bebidas, entre outros. Vale também colocar que as companhias marítimas, pagam altas taxas para utilização da infraestruturar portuária e local. E, ao longo da cadeia de funcionamento da atividade, paga todos os impostos a que a atividade está sujeita.



Podemos sentir de forma indireta os benefícios e impactos dos cruzeiros. Ao construir uma imagem positiva dos destinos, os cruzeiros despertam o interesse e a atenção de investidores que passam a enxergar, nas regiões, ótimas oportunidades de investimento. Até mesmo a rede hoteleira que é uma grande opositora aos cruzeiros é beneficiada, pois os passageiros dos navios tem, normalmente, poucas horas para conhecer os belos destinos onde o navio faz escala, isso faz com que muitos destes passageiros realizem um retorno mais planejado e demorado.



No âmbito nacional, a carência de infraestrutura dos terminais portuários para passageiros, bem como sua falta de segmentação a pessoas, sendo geralmente concorridos com a movimentação de cargas, são um dos fatores que devem ser discutidos e reavaliados para o desenvolvimento do setor.



A relação porto e cidade deve ser interligada pelos fatores logísticos externos aos terminais de passageiros. Tomando como referência o Porto de Santos, onde existe um tráfego conflitante entre cargas e pessoas, podem ser apresentados, como possível solução, os projetos de revitalização portuária, a reestruturação das zonas portuárias inutilizadas, a revigoração dos pontos turísticos da cidade e o incremento da economia regional.


Grupo Dragão
Adolpho Moreira
Adriana Pereira
Alan Gatti
Anderson Floriano
Bruna Freire
Fotis Dionysios
Marisol de Andrade
Vinícius Dias da Cunha

quinta-feira, 13 de setembro de 2012

A bicicleta como meio de transporte – Vol. 3



A bicicleta como meio de transporte – Vol. 3


TCC Elaborado por: Adelso dos Prazeres Russi

Orientador: Prof. Dr. Eric Amaral Ferreira

Ano: 2009

        Com o intuito de expor a bicicleta como um meio de transporte vantajoso dentro do contexto da mobilidade urbana, o estudante da FATEC Rubens Lara, Adelso dos Prazeres Russi, mostra, através de seu tcc, as características, recomendações de conforto, segurança e aspectos de infra-estrutura da bicicleta, bem como exemplos de cidades que são referências no transporte ciclístico urbano, além de realizar uma avaliação sobre as condições ciclísticas da Baixada Santista.



        Por ser um meio de transporte energeticamente eficiente, econômico e não-poluente, além de ser uma forma saudável e prazerosa de deslocamento, busca-se uma maior abrangência da mobilidade urbana sustentável, porém, durante o processo de urbanização das cidades, a falta de planejamento fez com que os meios de transporte não motorizados não tenham espaço para a livre circulação.

A Política de Mobilidade:
        Com a criação do Ministério das Cidades em 2003, houve o reconhecimento de que era necessário tratar e propiciar os deslocamentos urbanos de forma consensual e participativa. A política do Ministério é o reflexo de resoluções e de planos oriundos dos encontros internacionais sobre meio ambiente e desenvolvimento sustentável, como as Conferências do Rio 92 e Johanesburgo. O Governo Federal começou a participar no planejamento da mobilidade urbana somente após a formulação da política para a construção de cidades sustentáveis, que abrange inclusão social, redução da poluição atmosférica e melhoria da saúde da população. O foco na democratização do espaço último inclui o acesso democrático à cidade e a valorização dos deslocamentos de ciclistas.

Mobilidade e Consumo de Energia:
        As questões relativas ao consumo de energia vêm sido debatidas continuamente, especificamente dentro da Agenda 21, onde foram definidos objetivos para a promoção do desenvolvimento urbano sustentável através de utilização de energias alternativas e renováveis, redução dos níveis de emissão de poluição atmosférica e sonora. O setor de transportes é responsável por mais da metade do consumo mundial de petróleo e de, aproximadamente 1/3 do total da energia comercializada no mundo. Ao invés de proporcionar mais liberdade de movimento, o uso constante do automóvel nos centros metropolitanos está sendo responsável por grandes congestionamentos, o que causa custos enormes para muitos países, mostrando, mais uma vez, os benefícios do uso da bicicleta como ferramenta de locomoção.

A Região Metropolitana da Baixada Santista:
        Composta por nove municípios, sua economia está centrada nas atividades industriais, portuárias e turismo. Com isso, surgem os inevitáveis problemas de circulação e utilização do sistema viário e, assim os conflitos entre veículos motorizados e os pedestres ou ciclistas. A Região conta, atualmente, com uma malha cicloviária de lazer e serviços ligando parte das cidades e o uso da bicicleta como meio de transporte da população residente tem aumentado em função do custo de locomoção por ônibus e da abrangência limitada das linhas urbanas regulares. A extensão total de ciclo faixas e ciclovias existentes são de 143,11 km em toda a Baixada e considerando que Praia Grande concentra 52,50 km, os demais municípios têm em média pouco mais de 11 km.

        De acordo com Adelso, seu trabalho não pode ser considerado como um conjunto de soluções prontas, mas sim como sugestões e propostas de melhorias referentes ao transporte cicloviário urbano. Conclui-se através da leitura de seu TCC que o transporte cicloviário urbano pode realmente ocorrer de forma mais harmoniosa com os demais modos de transporte, e que não é incompatível com o transporte motorizado.



Grupo Cachorro

Integrantes:Lohrana, Yasmin, Eduardo Lucio, Juliana, Rayssa, Bruno

quarta-feira, 12 de setembro de 2012

A BICILETA COMO MEIO DE TRANSPORTE - VOLUME 2

A Bicicleta Como Meio de Transporte – Volume 2

TCC Elaborado Por: Fernando Ribeiro Pinto

Orientador: Professor Dr. Eric Amaral Ferreira

Santos - SP

2009



A organização do sistema viário brasileiro tem mostrado certa deficiência pois tem priorizado o transporte motorizado, e deixando um pouco de lado os não motorizados, que é o caso das bicicletas que atuam diretamente na questão do desenvolvimento sustentável.

A bicicleta é um veículo criado no final do séc. XVIII, e teve grande importância no transporte das pessoas durante todo o século seguinte.

Após a Revolução Industrial, as bicicletas estavam sempre em evidência, no entanto isso mudou com a criação do automóvel no final do séc. XIX, a evolução das linhas de montagem , e a popularização ao final da Segunda Guerra Mundial, onde as bicicletas passaram a ser direcionadas às classes mais pobres.

Com isso, toda a organização e planejamento viário no Brasil passaram a ser direcionadas aos veículos automotores, o que ocasionou engarrafamentos, poluição, acidentes, entre outros problemas.

Ainda é pouco, mas já nota-se a preocupação tanto do Governo quando da população em relação ao uso das bicicletas, como meio de transporte sustentável.

Por ser um meio de transporte flexível e econômico, a bicicleta consegue competir em relação ao tempo com os meios de transportes motorizados atualmente, frente aos engarrafamentos.

Requer pouco espaço, e propicia velocidade no transporte em situações de congestionamento, como estamos vivenciando na Baixada.

Os benefícios do uso da bicicleta são tanto para os ciclistas que a utilizam, quanto para a população como um todo, pois não gera poluição nem gastos com combustíveis.

Deste modo, o incentivo à este meio de transporte, e não aos motorizados, pode resultar numa melhoria significativa na questão da qualidade de vida urbana.

Ciclovias: A ciclovia foi criada no intuito de organizar o espaço de circulação da bicicleta, e também preservar a segurança tanto do ciclista quando do usuário do veículo motorizado.

•  Ciclovias e ciclofaixas

- As ciclovias são espaços destinados somente à circulação de bicicletas, havendo a necessidade de separação entre as pistas de rolamento (ruas, avenidas), seja por nível ou blocos de concreto.

- As ciclofaixas são demarcações em uma pista, delimitadas por pinturas e/ou sinalizadores. E são sempre em sentido único, seguindo a direção da via.

Dois pontos abordados neste trabalho são a parte da drenagem superficial (no caso de ciclovias com condução junto às guias e sarjetas), e a iluminação, que tem papel importante na segurança do ciclista, tanto para se tornar visível aos motoristas, quanto para haver diminuição dos assaltos e latrocínios.

• Estacionamento
- Os paraciclos (estacionamento para bicicletas aberto, geralmente de curto período) proporcionam segurança e acabam incentivando ao uso da bicicleta, pois muitos usuários por não ter onde deixar sua bicicleta em local seguro, acabam por utilizar de meios motorizados para sua locomoção. 

- Os bicicletários (estacionamento para bicicletas fechado, geralmente de longo prazo e que podem ser públicos ou privados) também exercem o mesmo papel dos paraciclos, com o diferencial de conforto por serem cobertos, e oferecer segurança e integridade às bicicletas pelo modo em que são guardadas.


Um dos objetivos do plano cicloviário é a integração das bicicletas aos outros modais de transporte, como trens, metrô, ônibus. Isso facilitaria ao ciclista percorrer distâncias maiores e passar por locais de difícil acesso às bicicletas.

O uso das bicicletas é uma forte alternativa ao transporte, e de maneira sustentável. O que ainda falta é um incentivo maior ao uso da mesma, como acontece em alguns países da Europa por exemplo. Porém, nota-se que o uso da bicicleta tem crescido na Baixada Santista, principalmente pelo trânsito gerado pela ainda grande quantidade de transportes motores.

Grupo Albatroz


Anna, Christopher, Danilo, Diego, Nyckolas e Paloma

A BICICLETA COMO MEIO DE TRANSPORTE


A Bicicleta como Meio de Transporte

André Assis da Silva
Orientador: Prof. Dr. Eric Amaral Ferreira
2010

    
   Não se sabe ao certo o ano de sua criação, nem mesmo ao certo quem foi o inventor, o que temos de concreto é que desde sua idealização a bicicleta possuía a intenção de facilitar a locomoção em vias terrestres. Foram diversas modificações até chegar ao modelo que temos hoje. Alguns estudiosos no assunto dividem-se entre Leonardo da Vinci e o Conde Sirvac como sendo o pai da criação, mas já havia registros mais antigos que poderiam nos remeter a idealização.

   A história se inicia através da criação de Sirvac, o celerífero, que significa velocidade, marcha ou cavalo de duas rodas.

               
Celerífero do Conde Sirvac de 1790

  Já o desenho de autoria de Leonardo da Vinci apresentava pedais e corrente de propulsão, tal como se pode ver nos dias de hoje, mas acredita-se que pela posição do eixo de direção se uma pessoa tentasse se equilibrar o equipamento dobraria ao meio.

    Ambos trabalhos foram de grande importância para o desenvolvimento deste meio de transporte, mas foi a Draisiana de Karl Von Drais que saiu do papel e se tornou possível de utilização. Poder controlar a direção, sentado em um selim, apoiando seus pés no chão causava sensação de conforto e segurança, o que conferia a este equipamento notório destaque. Após muitas batalhas Drais conseguiu patentear sua criação, que marca o ponto decisivo para se desenvolver o equipamento como meio de transporte.

    Outros modelos foram surgindo ao longo dos anos, com partes de ferro, sendo utilizadas como fonte de lazer, mas muito se pensava em como inserir um mecanismo de propulsão, que na época já se achava em diversos meios de transporte. Em 1838 Kirkpark McMillan acoplou um mecanismo a roda traseira, acionado por manivelas na parte dianteira do quadro, desta forma, foi criada a tração traseira, assim como utilizamos atualmente.

  A chegada do velocípede é considerada o grande marco na história da bicicleta, pois ele atendia as necessidades de propulsão de forma menos exaustiva fisicamente, e marcavam de forma definitiva a inserção dos pedais àquela que viria se tornar a nossa bicicleta como conhecemos.



Velocípede de Pierre Michaux

       Após algumas adaptações, passando pelas clássicas bicicletas com rodas dianteiras maiores, entre outras adaptações, chegamos ao modelo apresentado por Guilmet-Meyer, que mesmo diferente do atual, é o que mais se assemelha, por possuir todos os elementos encontrados nas atuais.

 O trabalho apresentado mostra fatos históricos, passando por diversos modelos desenvolvidos ao longo do tempo até se chegar à bicicleta atual, esclarecendo a importância da forma geométrica utilizada hoje, não só com relação ao transporte seguro e confortável, mas também como uma forma saudável de utilização do equipamento, causando benefícios ao corpo de seu utilizador.

 Aos interessados em compreender melhor o desenvolvimento deste equipamento recomenda-se a leitura deste TCC, que pode ser encontrado na biblioteca da Fatec Rubens Lara, em  três volumes, com um completo estudo sobre o assunto, desde a criação, até os benefícios trazidos pelo mesmo.

Grupo Águia
Ariane, Felipe Lopes, Lucas, Pricila, Vinícius Costa e Vinícius Dalcheco.

domingo, 2 de setembro de 2012

A IMPORTÂNCIA DA EMBALAGEM NA AGROINDÚSTRIA DO LEITE UHT


A importância da embalagem na agroindústria do Leite UHT - A Integração da Logística e do Marketing


Barbara Morgon Sichieri


Isabela Ribeiro Cassaro


Orientador: Professor Ms. Álvaro Camargo Prado


2011








        A embalagem é a capa do livro, além de facilitar o manuseio e transporte do produto, ela também tem grande importância no marketing do mesmo, expirando boa aparência e confiança aos consumidores, mas sua função mais importante é manter essa mercadoria utilizável por mais tempo, dando a ela mais tempo de vida e consumo.

        Onde ela já está integrada dentro da logística de transporte e armazenagem, tornando o leite um produto mais prático e com uma maior praticidade para locomoção sob quaisquer meio de transporte que seja desde que a embalagem não seja avariada ou aberta. Faz com que ele seja unitizado mais facilmente e assim ocupa menos espaço, este usado para mais produtos estocados, mais espaço e menos custos para todos. Ela deve ter uma das funções de facilitar o manuseio em meio os consumidores para melhor e mais usabilidade, como torná-lo mais simples na hora de estocar ou guardar até uma próxima vez. É ela quem faz o principal marketing do mesmo, ela deve chamar a atenção e ser atrativa aos olhos dos consumidores, pois ela na maioria das vezes tem um custo maior que o próprio produto, mas ela também é uma forma de mostrar o mesmo de uma forma agradável aos consumistas entre outras informações que podem levar a compra do mesmo.

        O leite sendo um dos produtos de origem animal tem uma deterioração mais rápida, necessitando de uma logística e armazenagem sem erros. Onde nesse processo de transportá-lo foram utilizadas várias formas que com qualquer mínimo atraso ou erro, levava a perda do produto, pois ele estava sempre em contato com o ar, bactérias entre outras vulnerabilidades dele. A melhor opção na época mesmo tendo dificuldade em seu sucesso foi o transporte do leite a granel. Eis ai que surgiu o leite longa vida UHT (Ultra Alta Temperatura-UAT), que depois de passar por determinadas temperaturas e processos de esterilização da matéria prima, ele deve ir para a embalagem que o protege de qualquer contaminação, onde a máquina possui os materiais de em embalagem em bobinas, esta embalagem para o tratamento UHT é uma chapa com diversas camadas que são capazes de proporcionar proteção contra luz e oxigênio.

        Essa embalagem é o Tetra Pak, produzida depois da Segunda Guerra Mundial, que é uma embalagem em formato tetraédrico, cartonada e que contribui mais ainda para a durabilidade e segurança do leite por dentro e por fora, sendo composta por seis camadas de diferentes de plástico, papel e alumínio. Estes têm suas funções para a embalagem e para o produto, para que ela seja forte e para que ela não retire nenhum valor nutricional do leite ou suas características de cor, aroma e sabor.

        Ela também colabora nos custos além de segurança e durabilidade, sendo seu custo 70% a 75% menor que um produto que necessita de refrigeração tanto no transporte como na armazenagem do produto nos mercados.



 
Grupo Tatu
Andre Acsonov / Eduardo Nardi

sábado, 1 de setembro de 2012

TRANSPORTE A GRANEL NO MODAL FERROVIÁRIO


Transporte a Granel no Modal Ferroviário

Estudo de Caso
Simulação de Descarga de Milho no Porto de Santos
Autor: Raphael Gonçalves Simões


        O trabalho julga identificar os pontos de maior lentidão no sistema de descarga do milho, além de, considerar que a simulação previamente realizada, serve como alternativa para tomada de decisão do processo logístico.

        O autor acompanhou a rotina portuária de determinado terminal, ou seja, pôde construir suas afirmações com maior propriedade. Os capítulos são introdutórios, não são extensos, os subtítulos contém maior volume de informações e detalhes específicos dos tipos de vagões para o transporte da carga, a relação entre teoria das filas e o processo de chegada do produto e a simulação proposta no título do trabalho.                                                                                                      

        Existem mais de duzentos tipos de milho, boa parte do seu plantio e cultivo, localiza-se na região central do Brasil. De estimado valor econômico, o milho em grão tem boa representatividade no consumo humano.  In natura, 80% do produto é utilizado no país, na alimentação animal, industrializado, é possível fabricar de artigos  artesanais até biocombustível. Ainda no contexto econômico, o Conselho Monetário Nacional, oferece linha de crédito específica para o plantio e cultivo do grão. A produção dependerá sumariamente dos planos táticos referente a época de recebimento da semente, área de conservação até o plantio e o tipo de grão. Até junho do ano corrente, o Brasil era o terceiro maior produtor de milho no mundo, atrás de Estados Unidos e China, respectivamente. Com tantos atributos econômicos, o grão é considerado uma commoditie, por atender a produção em larga escala, armazenagem temporária, sem afetar a qualidade do produto e o comércio do grão independente de processos industriais.

        No entanto, a colheita não é feliz como o enredo promete. Entraves infraestruturais do transporte até os terminais onde a descarga é feita, interferem negativamente no pleno aproveitamento dos períodos conhecidos como safra e safrinha.

        Em Santos, problemas além dos mencionados no artigo supracitado, são a umidade e  a falta de vagões como opção modal. Além da má conservação dos mesmos, os poucos que ainda circulam para transporte do milho, vez por outra, têm suas paredes batidas com tocos de madeira, na tentativa de desgrudar o produto, que pode ficar alojado no interior do contêiner, em função do clima da região. O serviço, arcaico, leva muito tempo para ser finalizado, o que dificulta maiores investimentos na região.             

        A simulação que o autor realizou para otimizar e dar agilidade á descarga do milho, propõe aquisição de nova locomotiva, maior quantidade transportada do grão e despejo do mesmo na moega. O que dificulta a simulação feita pelo autor, tornar-se uma realidade?
Até a próxima postagem.

Grupo Jaguar
 Integrantes:
Felipe Barbosa, Felippe Leoni, Georgiane, Guilherme Mendes, Guilherme Pelegrino, Ivens