quinta-feira, 25 de outubro de 2012

ANÁLISE DOCUMENTAL NO PROCESSO DE IMPORTAÇÃO E EXPORTAÇÃO


Análise Documental no Processo de Importação e Exportação

Carina Aparecida Medina da Silva
Orientador: Professor MSc. Álvaro Camargo Prado
2009


        


 Não é de hoje que o Comércio Exterior vem crescendo e se desenvolvendo cada vez mais, em um mundo integrado e globalizado, que dispõe de muitas tecnologias.

   A Logística têm identificado inúmeras oportunidades no cumprimento das exigências do clientes e a redução dos custos e dos prazos, da disponibilidade constante do dos produtos, novas metodologias de custeio. Procedimentos que facilitam a inserção de produtos no mercado internacional. Porém no Brasil, com o crescimento desse setor, além de uma grande necessidade de profissionais capacitados e atualizados, as exigências documentais são cada vez maiores. São muitos documentos que por desempenhar importante função, são obrigatórios para efetuar as transações (RE, DDE, LI, DI, CE, CI, Fatura Comercial, Packing List, BL). Nesses documentos são descritos informações sobre o embarque, como quantidade, embalagem, peso, condição de venda, entre outros, que ajudam na fiscalização da Receita Federal.

   A Exportação, por se tratar da saída de mercadorias do país de origem, transporte internacional, entrada no país de destino, com leis, hábitos e procedimentos diferentes do nosso, é preciso cumprir certas exigências. Podendo ocorrer de duas maneira: direta ou indireta.

 Na Exportação Direta, o produto exportado é faturado pelo próprio produtor ao importador, exigindo o conhecimento dos processos do início ao fim. Nesse caso o produto exportado é isento de IPI, e não ocorre a incidência do ICMS. Já na Exportação Indireta, o produto é adquirido por empresas intermediárias que dão seguimento na documentação necessária.

 A Exportação é feita pelas empresas para obter competitividade no mercado global, além de algumas vantagens, como: redução de dos custos fixos e financeiros, melhor desenvolvimento dos recursos humanos, aumento na lucratividade. Além de dar um passo a frente dos concorrentes que não exportam, em relação ao aprimoramento da qualidade do produto, melhoria no controle de qualidade, e absorção de tecnologia de outro país.

  Existem muitos incentivos por parte do governo à Exportação, como financiamentos, prazos de pagamentos, créditos, para que uma empresa brasileira que tenha um produto de boa qualidade, semelhante aos melhores do mundo possa tornar este produto mais competitivo no mercado internacional.


          
 A Importação é a entrada de mercadorias estrangeiras em nosso país, juntamente com documentos fiscais, e seguindo normais comerciais, cambiais, e fiscais vigentes. A mesma ocorre quando há escassez de algum produto no mercado interno, ou quando se trata de um produto inovador lançado no exterior, não existente ainda no mercado interno, ou até mesmo uma máquina de última geração que irá aumentar sua produção, consequentemente seu lucro.

  Embora tenha mudado, hoje em dia produzimos bastante, ainda importamos coisas fundamentais como petróleo, borracha, cobre e muitas outras matérias-primas.

  Em decorrência das diferenças geográficas, os países importam produtos que são favoráveis produzir internamente, e importam produtos que são favoráveis em outro país, ou seja, uma troca em que os dois saem satisfeito. Porém é preciso haver um planejamento para minimizar o atraso de mercadorias, riscos de avaria durante seu trânsito, e situações não previstas como greves ou restrições.        Há uma necessidade cada vez maior de reduzir/ simplificar essa burocracia.Mas é grande a dificuldade do governo brasileiro em fazer essa simplificação e ao mesmo tempo fiscalizar os processos de importação e exportação de mercadorias contra possíveis fraudes.

Grupo Águia
Ariane, Felipe Lopes, Lucas, Pricila, Vinicius Costa e Vinícius Dalcheco.

Nenhum comentário:

Postar um comentário

Já comentou?